sexta-feira, 29 de abril de 2016

MAPO MIG-29M2 FULCRUM E. O agressivo caça leve russo.


FICHA TÉCNICA
Velocidade de cruzeiro: 950 km/h.
Velocidade máxima: 2100 km/h.
Razão de subida: 19800 m/min.
Potência: 0,95.
Carga de asa: 102,8 b/ft².
Fator de carga: 9 Gs.
Taxa de giro instantâneo: 28º/s.
Razão de rolamento: 240º/s.
Teto de Serviço: 17500 m.
Raio de ação/alcance: 850 km/ 3000 km (em velocidade subsônica com 3 tanques externos)
Alcance do radar: Zhuk-ME com alcance de 120 km contra um alvo de  5m2 de RCS
Empuxo: 2 motores RD-33MK de 9000 kgf de potência com pós combustor.
DIMENSÕES
Comprimento: 17,32 m.
Envergadura: 12 m.
Altura: 4,73 m.
Peso vazio: 11000 kg.
Combustível Interno: 12566 lb.
ARMAMENTO
Ar Ar: Míssil R-77M , R-73E  e R-27.
Ar terra: Bombas guiadas KAB 250 e 500, Bombas de queda livre FAB 500 mísseis táticos Kh-29T (TE), míssil anti navio KH-35E e míssil anti radar KH-31P , a sua versão anti navio KH-31A e míssil KH-38 também. Casulos de foguetes não guiados S-8 e S-25
Interno: 1 canhão GSh-301 de 30 mm.



DESCRIÇÃO
Por Carlos E.S.Junior
O caça MIG-29 Fulcrum foi desenvolvido na Rússia, na época da União Soviética em meados da década de 70, para equilibrar a balança do combate aéreo entre a OTAN e o Pacto de Varsóvia. Naquela época, o novo caça F-15, dos Estados Unidos, que estava entrando em operação, representava uma ameaça muito importante, na medida, em que ele superava as qualidades de voo e as capacidades de combate fora do alcance visual (BVR) de todos os caças soviéticos da época, e com uma grande margem. Para resolver essa incomoda situação, os russos tiveram que mandar seus escritórios de desenvolvimento, construírem dois novos caças que pudessem combater os modernos caças americanos que estavam entrando em serviço, de igual para igual. Além de novos caças, os russos desenvolveram toda uma nova geração de armas ar ar, que deram uma grande margem de superioridade na arena de combate aéreo em relação às armas disponíveis no ocidente naquela época. Um dos caças que surgiram foi o espetacular Sukhoi Su-27 Flanker, um caça de escolta de longo alcance; O outro foi o caça médio MIG-29 Fulcrum, uma aeronave de alto desempenho acrobático, excelente relação empuxo peso e grande poder de aceleração, mas que tinha algumas fraquezas marcantes e graves. Uma era sua autonomia limitada que dava um raio de ação de menos de 700 km, quando operando sem tanques externos. O outro ponto desfavorável do MIG-29 era sua pouca carga de combate composta por 4 mísseis e um canhão de 30 mm. Na verdade, as primeiras versões do Fulcrum  poderiam ser operadas como interceptador de curto alcance e não tinham capacidade relevante de ataque contra alvos em superfície, obrigando a força aérea soviética manter jatos antigos como MIG-27 e Su-17 em operação nessas missões por algum tempo até a chegada de novas aeronaves que pudessem assumir a missão de ataque tático para a força aérea soviética.

Acima: O MIG-29M2 tem uma configuração biplace, devido a maior facilidade de executar as missões de combate com um navegador/ operador de armas. è de conhecimento público que a força aérea russa prefere os caças Su-30SM por serem biplaces ao mais capaz Su-35, monoplace.
Muitas versões modernizadas do MIG-29 foram sendo desenvolvidas para solucionar os pontos apontados como fraquezas nas capacidades do Fulcrum e a aeronave começou a se tornar cada vez mais capaz. O artigo de hoje trata de uma das mais modernas versões do Fulcrum, chamada de MIG-29M2 Fulcrum E. Na verdade, o MIG-29M2 possui uma sub variante que é chamada de MIG-35, este sim, o mais moderno caça desta grande família e tratarei dele em outro artigo no futuro.
O MIG-29M/M2 Fulcrum E tem seu projeto baseado na versão naval desta família, o MIG-29K Flanker D, tanto que as asas do MIG-29M/M2 também se dobram, embora a aeronave não esteja qualificada para operações embarcadas como seu irmão MIG-29K.
De cara, o primeiro ponto que foi melhorado no MIG-29M2 foi sua autonomia. Novos tanques de combustível interno, e ainda uma sonda retrátil para reabastecimento em voo foram instalados dando maior alcance para o MIG-29M2. Agora, o raio de ação subiu de 720 km para 850 km, só com combustível interno. Se colocarmos 3 tanques externos, o raio de ação vai a 1500 km. Vale lembrar aqui que o MIG-29M2 também recebeu mais pontos para cargas externas totalizando 8 cabides externos para transporte de armas e tanques extras de combustível. Isso foi um incremento importante frente aos 5 cabides que o MIG-29 original tinha.
Acima: O MIG-29M2 mantém a tradicional alta manobrabilidade e agilidade que tanto caracteriza a família Fulcrum. Em engajamentos de curta distancia, o MIG-29M2 se revela um adversário bastante indigesto.
Os primeiros MIG-29 eram aeronaves que tinham controles de voo mecânicos e por isso a estabilidade da aeronave era natural. Mesmo assim, o nível de manobrabilidade demonstrada era bastante alto. Porém, as versões mais modernas, como o MIG-29M2, receberam um sistema de controle de voo digital FBW (Fly By Wire), que permite uma maior segurança da aeronave em manobras bruscas para que o piloto não exceda os limites da celula em manobras de alto Gs. Aproveitando o gancho do assunto manobrabilidade, o MIG-29M2 tem uma taxa de curva instantânea de 28º/seg e 23º/seg em curva sustentada. Esse desempenho excede com boa margem o conseguido pelo caça norte americano F-15C Eagle  e mesmo o F-16C Fighting Falcon. A razão de subida também é bastante alta atingindo 19800 metros por minuto, também bem superior aos caças de 4º geração norte americanos.
Outro importante problema resolvido no MIG-29M2 é a melhora no desempenho dos motores RD-33 originais que "fumavam" muito deixando um rastro de fumaça preta que tornava muito facil a detecção visual do Fulcrum a grandes distancias. O motor usado no MIG-29M2 é o RD-33MK que produz 10% mais empuxo, chegando a 9000 kg com pós combustor e não deixa mais o rastro de fumaça escura que os modelos anteriores deixavam. Com esse motor mais potente, e com o aumento de peso que o modelo teve, a relação empuxo peso fpi levemente penalizada com uma pequena queda atingindo um índice de  0,95, contra 1,02 no modelo mais antigo. Os motores também estão ligados a um controle FADEC (Full Authority Digital Engine Control) que melhoram a eficiência do motor e a segurança em sua operação.
Acima: O painel do MIG-29M2 segue o padrão clássico dos caças de 4º geração, com a dominância de 3 painéis multimodo para facilitar a leitura facilitando o trabalho do piloto e combate.
O MIG-29M2 está equipado com um radar multi-modo de varredura mecânica do tipo pulso doppler Zhuk-ME  capaz de detectar um alvo aéreo de 5 m² a 120 km de distancia. Este radar, embora não represente o que há de mais moderno em termos de sensores de detecção ativa, tem uma capacidade respeitável, podendo rastrear 10 alvos simultaneamente e  engajar com mísseis de médio/ longo alcance ativos, 4 desses alvos, também, simultaneamente. Contra alvos de superfície o Zhuk- Me pode detectar um navio de guerra a 250 km! Em apoio ao radar, há o sensor de busca infravermelha (IRST) OEPS-29 que detecta alvos de forma passiva (sem emitir sinais), a um alcance de cerca de 18 km  no quadrante frontal, ou cerca de 40 km no quadrante traseiro, se o alvo estiver com o pós combustor ligado. O MIG-29M2 recebeu sistemas de interferência eletrônica para dificultar sua localização por radares inimigos, e assim impossibilitar que o inimigo consiga travar seus radares nele para lançar mísseis. O cockpit, antes cheio de instrumentos analógicos foi substituído por um bem mais atual, com 3 displays multi-função, tipico e um caça de 4º geração, já com o objetivo de aliviar a carga de trabalho do piloto em missões de combate.
Acima: Embora em um mundo onde a grande moda dos caças são os radares de varredura eletrônica, o MIG-29M2 usa um radar de varredura mecânica Zhuk-ME, porém com uma capacidade respeitável.
Uma das mais interessantes características do MIG-29M2, em minha opinião, é seu sistema de barramento de dados padrão ocidental MIL-STD-1553B, que permite que sejam integrados armamentos e equipamentos de procedência ocidental no MIG-29M2. Essa característica proporciona uma flexibilidade de operação difícil de ser atingida por qualquer outra aeronave do mercado quando tratamos de usar armas de origem diferente de um vetor russo. Porém, cabe observar que se um cliente quiser integrar uma arma ocidental, terá que contratar essa integração no momento da aquisição do caça, pois o MIG-29M2 vem integrado apenas aos sistemas russos.
Falando em armas, o MIG-29M2 pode ser armado com mísseis R-73M Archer,  projetado para superar qualquer ameaça, com ênfase especial a caças ágeis e manobráveis, devido a sua capacidade de manobrar violentamente em combate aproximado, o míssil tem capacidade de ser lançado contra um alvo fora do ângulo de visada, e girar atrás do alvo para persegui-lo se necessário, podendo atacar alvos manobrando a 12g. Seu sistema de guiagem por infravermelho (busca o calor a aeronave inimiga) consegue detectar o alvo posicionado a 60º em relação a seu posicionamento e seguir este alvo mesmo nessas condições. Seu alcance está em 40 km, sendo o míssil com maior alcance dentro de sua categoria (mísseis de combate de curto alcance). As versões mais antigas do R-73 também podem ser empregada na aeronave. Para combate de médio alcance o MIG-29M2 pode usar míssil R-77 guiado por radar ativo. Este míssil, de fabricação russa, equivale ao míssil norte americano AIM-120 Amraam tem alcance de 80 km contra um alvo vindo de frente e possui boa manobrabilidade devido a sua superfície de controle de voo em forma de grelha que permite engajar alvos manobrando a 12 Gs. Ainda na arena ar ar, o Fulcrum E pode operar míssil R-27 Alamo, codinome dado pela OTAN, são mísseis com um maior alcance do que os mísseis AIM-7 Sparrow e Sky Flash, seus concorrentes ocidentais diretos, e dão ao piloto uma flexibilidade sem precedentes, porque possuem versões com 4 diferentes cabeças de busca (Infravermelha, radar semi ativo, radar ativo e radar passivo.) permitindo ao piloto o disparo de dois ou mais mísseis com guiagem diferente contra o alvo, o que maximiza a possibilidade de acerto. O R-27 engaja alvos tripulados ou não e em manobras de combate aéreo aproximado. Pode ser empregado individualmente ou em grupo de aeronaves. O alvo pode estar voando a até 3.500 km/h e entre 20 m e 25 mil metros de altitude e manobrando a mais de 8 Gs. Esta família de mísseis nas versões de alcance estendidas R-27E  é uma excelente arma se utilizada por pilotos snipers, isto é, pilotos que saibam se aproveitar de sua superioridade em alcance sensivelmente superior. Além disto, se usar trajetória loft ele aumenta ainda mais seu alcance efetivo máximo em qualquer  aspecto de disparo.
Acima: A capacidade multifuncional do MIG-29M2 é evidente nessa foto onde o modelo aparece carregando sob suas asas dois mísseis ar ar de médio alcance  R-77 (RVV-AV) e quatro bombas guiadas a TV KAB-500KR para ataque ar/ superfície.
Uma das grandes diferenças entre o MIG-29M2 e suas versões anteriores é sua maior capacidade multi-missão de forma que ele pode ser usado igualmente bem contra alvos de superfície. Assim, as armas ar superfície estão integradas para uso neste caça. Podem ser usados os mísseis KH-29T, versão guiada por sensor eletrooptico/ TV e com alcance de 28 km. Este míssil, de dimensões relativamente grandes, tem o objetivo de destruir alvos reforçados, incluindo veículos blindados de combate. A versão deste míssil com alcance estendido para 30 km, conhecido como KH-29TE, também pode ser empregado. Para ataques anti-navio, o míssil KH-31A, guiado por radar ativo e com alcance de 103 km também está integrado no Fulcrum E. A versão KH-31P é usada para destruir antenas de radar inimigas e tem alcance pouco maior chegando a 110 km. Esta versão usa um radar passivo, ou seja, ele segue o emissor do sinal de radar inimigo até sua fonte (a antena) e a destrói com uma ogiva de 87 kg de alto explosivo.
Uma outra arma para destruir navios que também está disponível é o KH-35E, um míssil com performance muito similar ao modelo norte americano AGM-84 Harpoon. Trata-se, de um míssil subsônico, com perfil de voo sea skimming (voo rasante ao mar), para evitar sua detecção por radares inimigos, cujo alcance chega a 130 km sendo que seu sistema de guiagem se dá por radar ativo. Este míssil tem uma ogiva de 145 kg e pode destruir pequenos navios como corvetas e fragatas ou inutilizar um destróier com um só impacto. O moderno míssil KH-38, inicialmente desenvolvido pensando para ser usado em compartimentos internos de armas de caças de 5º geração poderá ser empregado pelo Fulcrum E também. Os alvos deste míssil podem ser fixos ou moveis, mesmo com forte proteção blindada, e pode ser empregado a uma distancia máxima de 40 km. Esta arma pode usar diversos sistemas de guiagem como IR, laser, radar ativo, GLONASS (Localização por satélite, análogo ao sistema americano GPS).
Outras armas que podem ser empregadas são as bombas guiadas KAB 250 e 500L guiadas a laser ou  KAB-500KR guiadas por TV, assim como bombas "burras" FAB 500. Casulos de foguetes não guiados S-8 e S-25 também fazem parte do arsenal do MIG-29M2. Como armamento orgânico, o MIG-29M2 mantém o potente canhão GSH-301 de 30 mm com cadencia de 1800 tiros por minuto e alcance de cerca de 1800 metros.
Acima: Mesmo sendo uma aeronave formidável, o MIG-29M2 não obteve nenhuma encomenda ainda. A VVS (Força Aérea Russa), está considerando encomendar o MIG-35, versão mais avançada do MIG-29.
O MIG-29M2 é uma interessante alternativa para um país que precise substituir seus caças de 3º geração por um caça relativamente moderno, com excelente capacidade de combate aéreo e bom desempenho em ataques a alvos de superfície, porém com um custo que chega a 60% do valor de um caça de 4º geração  ocidental como o Rafale francês, ou o Typhoon europeu e que não tenha um relacionamento bom com os Estados Unidos. Se o Fulcrum E operar com apoio de uma aeronave de alerta aéreo antecipado (AEW), será um adversário muito robusto no espaço aéreo. É interessante notar, no entanto, que os russos deixam evidente que o modelo MIG-29M2 é uma aeronave para exportação, uma vez que não encomendaram nenhuma unidade. Na verdade, olhando por esse lado, nenhum país  adquiriu esse modelo e com a disponibilidade do MIG-35, a variante mais avançada e completa do Fulcrum, o MIG-29M2 deverá ter poucas encomendas ou mesmo, nenhuma, o que representa uma certa injustiça com uma aeronave cuja relação custo benefício é bastante atraente.



ABAIXO UM VÍDEO DE UMA DEMONSTRAÇÃO DO MIG-29M2.


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14 comentários:

  1. Carlos, algum país bolivariano possui alguma versão deste caça? Em um futuro distante quando da chegada dos novos caças suecos, seriam eles capazes de fazer frente a estes caças vermelhos?

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    1. Já pensou esta versão na Fab operando junto com os R99? Só poderíamos coloca nele um radar de varredura eletrônica.

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  2. Carlos o que você acha deste caça para o Brasil? seria interessante? na sua opinião qual caça Russo poderia ser igual ou superior ao GRIPEN?

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  3. Olá carlos, na minha opinião nenhum pais vai encomendar este caça derivado da história dele,pois ele tem muitas derrotas no combate ar-ar.

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    1. este não tem derrotas, quanto muito, as suas versões anteriores e bem mais limitadas.....

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    2. Pois ainda não foi vendido. Mais a reputação da familia mig 29 está lá.

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  4. bela arma para ser usada num país com área continental pequena como Portugal.
    para dar apoio ás ilhas, teria de se ir buscar uma coisa com mais autonomia :-)

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    1. Esse nem dado. É um avião muito fraco.

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    2. Esse nem dado. É um avião muito fraco.

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  5. Olá amigos.
    O Gripen E, adquirido pelo Brasil, tem algumas vantagens e outras desvantagens frente ao MIG-29M2. As vantagens dizem respeito a eletrônica embarcada. No Gripen E, o radar é de varredura eletrônica, o que permite maior agilidade no acompanhamento dos alvos e um alcance um pouco maior. A suite de guerra eletrônica do Gripen E também é mais moderna e o seu ECS será bem menor que do Fulcrum. Ainda em se tratando de vantagens, o Gripen E tem capacidade de curva pouco instantânea superior ao do MIG.
    Falando em desvantagens, o MIG 29M2 é capaz de executar algumas manobras mais complexas como o Cobra, por exemplo, do qual o Gripen não consegue executar. A razão de subida do MIG-29M2 é bem mais rápida que a do Gripen, também. Quando me perguntam sem ele serviria para o Brasil, eu respondo que sim, pois nossos F-5 estão tão cansados que até o F-16A modernizado serviria. Mas o ideal, mesmo, para nosso país seria o Su-35S Flanker E.
    Abraços
    Abraços

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  6. Que avião lindo! O caça russo mais bonito e elegante e voando fica melhor.
    Foi uma das razões pra eu me interessar por aviação militar , no começo dos anos 2000 ,vendo videos na tv dele voando em apresentacões mundo a fora,como não tinha acesso a internet e naquela época e na mesma não existia YouTube ,via na band mesmo em "Os videos mais incriveis do mundo" ,pena que sempre eram videos de acidentes dos migs mas mesmo assim eram lindos de ver eles voando kkkkkk

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  7. Mesmo essa versão não sendo própria para pousar em porta aviões não seria uma boa para nossa Marinha, ao meu ver ele é melhor que o A4 skyhawnk da MB.

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  8. Mesmo essa versão não sendo própria para pousar em porta aviões não seria uma boa para nossa Marinha, ao meu ver ele é melhor que o A4 skyhawnk da MB.

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  9. Olá Ulisses Gondim. Existe a versão naval do MIG-29 chamada MIG-29K que pode ser operada em porta aviões que usam rampas "sky jump". É o atual avião de combate naval da Rússia, inclusive.
    Abraços

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