segunda-feira, 25 de março de 2019

BOEING F-15E STRIKE EAGLE. O caça bombardeiro pesado da USAF!

FICHA TÉCNICA
Velocidade de cruzeiro: 1000 km/h (Mach 0,81)
Velocidade máxima: 2650 km/h (Mach 2,54).
Razão de subida: 15000 m/min.
Potência: 0,91 (com motor - 220); 1,14 (com motor -229).
Carga de asa: 83,26 lb/ft².
Fator de carga: 9 Gs
Taxa de giro instantâneo: 21º/s
Razão de rolamento: 240º/s
Teto de Serviço: 18200 m
Alcance: 3840 km (com tanques conformais e 3 tanques externos)
Alcance do radar: AN/APG-70 ou o modelo AESA AN/APG 82(V)1 com 185 km contra alvos aéreos de 5m2 de RCS,
Empuxo: 2 motores Pratt & Whitney F100-PW-220 ou 229 sendo que o 220 fornece 10570 kgf de empuxo máximo (pós combustor ligado) e o 229 fornecendo 13226 kgf de empuxo nas mesmas condições.
DIMENSÕES
Comprimento: 19,44 m
Envergadura: 13.00 m
Altura: 5,6 m
Peso vazio: 17010 kg (vazio)
Combustível Interno: 13448,2 lb
ARMAMENTO
Ar Ar: Míssil AIM-120C Amraam, AIM-9X Sidewinder
Ar terra: Bombas JDAM, Bombas Paveway (todas), Bombas SDB (GBU-39), Bomba GBU-53 SDB II, Bombas de fragmentação CBU-87/ 103, CBU-89/ 104, CBU-97/ 104, CBU-97/ 105, CBU- 107 PAW;  Mísseis anti navio AGM-84 Harpoon, mísseis AGM-65 Maverick, mísseis AGM-130, mísseis  AGM-84H/K SLAM-ER, mísseis AGM-158 JASSM
Interno: 1 canhão General Electric M-61A1 de 6 canos de 20x102 mm e 500 munições.

sexta-feira, 15 de março de 2019

CENTRO DE INSTRUÇÃO DE BLINDADOS - EXÉRCITO BRASILEIRO

Por Exército Brasileiro

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quinta-feira, 7 de março de 2019

Reflexos do rápido avanço tecnológico para a segurança e defesa nacionais

Por Prof. Dr.Peterson Ferreira da Silva*
Algumas tecnologias estão transformando profundamente a vida em sociedade. A Inteligência Artificial (IA), por exemplo, está por trás de diversos projetos envolvendo carros auto-navegáveis, comandos efetuados por voz, reconhecimentos faciais e filtros de conteúdo em redes sociais. No campo dos sistemas aéreos não tripulados (Unmanned Aerial Systems – UAS), vislumbram-se múltiplas aplicações comerciais, como meios de entregas e até de transporte público, na forma de taxis aéreos.
Não por acaso, estima-se que a indústria de drones comerciais nos Estados Unidos tenha saltado de US$40 milhões, em 2012, para aproximadamente US$1 bilhão, em 2017 – e, em 2026, esse mesmo segmento pode representar um impacto na faixa de US$31-46 bilhões no Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano. Paralelamente, a área de cibersegurança permeia vários outros campos, na medida em que equipamentos e “sistemas de sistemas” cada vez mais complexos também se tornaram presa fácil para ataques cibernéticos. Em 2023, o mercado de cibersegurança pode alcançar um montante de US$248 bilhões.


Evidentemente essas transformações afetam diretamente as mais modernas Forças Armadas. Na Estratégia Nacional de Defesa dos Estados Unidos de 2018, por exemplo, ressalta-se a importância dos desdobramentos das novas tecnologias comerciais para a sociedade e para o fenômeno da guerra, especialmente tendo em vista a perspectiva de que muitos desenvolvimentos tecnológicos virão dos setores comerciais de ponta. Já a China tem investido em IA, por exemplo, como parte de um conjunto mais amplo de esforços para o desenvolvimento de uma série de veículos autônomos (aéreos, terrestres e navais), bem como de jogos de guerra e simuladores. Entre os planos de Beijing para alcançar o objetivo de ser o líder mundial em IA está a construção de um polo de pesquisa, com o custo estimado em US$2,12 bilhões, abarcando até 400 empresas e parcerias com universidades.

Outros países também estão enveredando esforços nesses novos campos com enfoque em segurança e defesa nacionais. Os planos da Índia incluem o estabelecimento de uma Agência de Defesa Cibernética com mais de 1000 integrantes distribuídos em diferentes posições no Exército, na Marinha e na Força Aérea. A Rússia tem explorado o uso de IA em, por exemplo, mísseis de cruzeiro, drones armados, guerra eletrônica e inteligência de imagens. Apenas na área de IA, estima-se que Moscou tem investido anualmente cerca de US$ 12,5 milhões. Já a Alemanha almeja criar sua própria versão da norte-americana Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA).
O impacto dessa realidade para as mais modernas Forças Armadas é evidente, pois afeta diversos elementos de doutrina, organizacionais, de adestramento, de material, de educação, de pessoal e de infraestrutura. Diante das perspectivas de proliferação de mísseis hipersônicos, robôs armados, lasers, canhões eletromagnéticos e dos avanços da computação quântica, vários países têm buscado se adaptar constantemente a essas inovações, priorizando recursos em equipamentos e otimizando estruturas de pessoal e custeio. 
No Reino Unido, por exemplo, um dos poucos membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) que conseguem cumprir as metas de alocação de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa e 20% desse montante em Equipamentos, observa-se uma série de dificuldades políticas na definição de prioridades e do tamanho do efetivo de suas Forças Armadas. Ademais, tanto nas reformas dos aparatos de defesa iniciadas pela Rússia, em 2008, e pela China, em 2015, por exemplo, houve profundas mudanças organizacionais com foco conjunto e redução de efetivos, além de estabelecimento de planos de equipamentos de médio e longo prazo. 
Seguir essa vasta onda de transformações é um enorme desafio para qualquer país. No Brasil, o processo de atualização, para 2020, dos documentos Política Nacional de Defesa (PND), Estratégia Nacional de Defesa (END) e Livro Branco de Defesa Nacional (LBDN) apresenta-se como uma valiosa oportunidade para enfrentar tais questões, sobretudo quando considerados os históricos tanto do orçamento de defesa brasileiro quanto dos investimentos nacionais em Ciência e Tecnologia. Nesse sentido, o que está claro é que o acelerado avanço tecnológico vai continuar – independentemente de o Brasil conseguir ou não acompanhá-lo.


* Peterson Ferreira da Silva é Doutor em Relações Internacionais (IRI-USP), professor do campus Brasília da Escola Superior de Guerra (ESG) e pesquisador do Centro de Estudos Estratégicos do Exército (CEEEx). 



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terça-feira, 5 de março de 2019

ATK/ HK XM-25 PUNISHER. A arma do futuro que não vingou.

FICHA TÉCNICA
Tipo: Lança granadas semi automático.
Sistema de operação: A gás com trancamento da culatra por ferrolho rotativo.
Calibre: 25 x 40 mm.
Capacidade: 6 granadas.
Peso: 5,45 kg (descarregada).
Comprimento Total: 0,76 m.
Comprimento do Cano: 15 polegadas*.
Miras: Sistema XM104 TA/FCS.
Velocidade na Boca do Cano: 210 m/seg.
Cadência de tiro: Armamento semi automático.
*:Valor estimado