segunda-feira, 30 de abril de 2018

Memórias de um Force Commander no Haiti - General Elito - Verde-Oliva Entrevista



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domingo, 22 de abril de 2018

22 DE ABRIL - DIA DA AVIAÇÃO DE CAÇA BRASILEIRA


EXPOSIÇÃO DO EXÉRCITO BRASILEIRO EM SÃO PAULO


No dia 19 de abril é comemorado o dia do Exército Brasileiro e este ano, o Exército comemorou a data com exposições de seus meios de combate em muitas cidades. Em São Paulo, o Parque do Ibirapuera, logo ao lado do Comando Militar do Sudeste, deu lugar para a exposição do Exército na cidade e o WARFARE blog, novamente, se fez presente para cobrir o evento.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

19 DE ABRIL - DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO

Em nome do WARFARE blog, quero parabenizar o Exército Brasileiro pela comemoração de seu dia! 19 de abril, o dia do Exército Brasileiro.


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quarta-feira, 18 de abril de 2018

ISRAEL MILITARY INDUSTRIES MERKAVA MK IV. O leão do deserto

FICHA TÉCNICA
Velocidade máxima: 64 Km/h em estradas e 55 km/h em terrenos irregulares (off road)
Alcance máximo: 500 km.
Motor: General Dynamics GD833 (produzido sob licença do MTU 833) V12 Diesel com 1500 Hp de potência
Peso: 65 Toneladas.
Comprimento: 9,04 m.
Largura: 3,72 m.
Altura: 2,66 m.
Tripulação: 4 tripulantes.
Inclinação frontal: 60º.
Inclinação lateral: 30º.
Passagem de vau: 1,40 m
Obstáculo vertical: 1 m.
Armamento: 1 canhão 120 milímetros de alma lisa MG-253 capaz de disparar mísseis anti-carro LAHAT  com 45 a 48 recargas, 2 metralhadoras 7,62 milímetros, 1 anti-aérea Cal.50 e um morteiro de 60mm

sexta-feira, 13 de abril de 2018

O WARFARE blog esteve na LAAD Security em 2018!


Por Carlos Junior
Este ano, este editor que vos escreve, visitou a LAAD Security 2018, Feira Internacional de Segurança Pública e Corporativa, uma das mais completas feiras de negócios dos segmentos que compõem este mercado. Dentro do universo do tema "defesa" ou "segurança", o foco do WARFARE blog é a parte que corresponde a armamentos e sistemas de armas, procurei me ater mais aos expositores deste tipo de equipamento. Os leitores do WARFARE Blog podem ver agora alguns dos armamentos e veículos de segurança que estavam expostos neste importante evento da agenda de exposições do segmento.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

SISTEMA LOCKHEED MARTIN ARES

INOVAÇÃO NO CAMPO DE BATALHA.
Por Carlos Junior
A Lockheed Martin possui em andamento um desenvolvimento de uma plataforma de apoio aos soldados no campo de batalha que pode revolucionar a logística de combate em meio ao ambiente negado pelo inimigo.O sistema ARES (Aerial Reconfigurable Embedded System), ou, traduzindo "Sistema Aéreo embarcado Reconfigurável" fornece, de forma segura, uma solução para prestar apoio com suprimentos, transporte de materiais, incluindo veículos terrestres leves, como um HMMWV, munição, comida, medicamentos, ou feridos para fora da zona quente da batalha. Além de ocupar menor espaço que um helicóptero, o sistema ARES fornece uma plataforma de apoio simplificada, de menor custo e com menores vulnerabilidades para uma operação mais segura dentro do combate, graças a seu controle se dar remotamente por um operador longe da zona de batalha.

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domingo, 1 de abril de 2018

CLASSE IZUMO. Um destróier ou um porta helicópteros?


FICHA TÉCNICA
Comprimento: 248 m.
Calado: 7,5 m.
Boca: 38 m.
Deslocamento: 27000 toneladas.
Propulsão: 4 turbinas a gás GE/IHI LM2500IEC que proporcionam 112000 Hps.
Velocidade máxima: 30 nós (55 km/h).
Autonomia: 11112 km.
Sensores: Radar OPS-50A AESA com 222 km de alcance; Radar de busca de superfície OPS-28 com 74 km; Sonar de proa OQQ-23
Armamento: 2 sistemas de defesa antiaérea de curto alcance CIWS Phalanx em calibre 20 mm, e 2 sistemas CIWS para mísseis RIM-116 Rolling Airframe Missile SeaRam.
Aviação: Capacidade para até 28 aeronaves. Atualmente equipado com 7 helicópteros anti-submarinos que podem ser o SH-60K Seahawk,  MCH-101 Merlin, MV-22 Osprey

Por Carlos E.S Junior
O Japão tem uma forte tradição de possuir uma capacidade de combate naval bastante ampla, devido a sua posição geoestratégica. A Força de Auto Defesa  Marítima do Japão (JMSDF - Japan Maritime Self-Defense Force) possui mais de 50 embarcações de combate ativas, o que a torna uma das 10 mais poderosas marinhas do planeta.
O navio que vou descrever a partir de agora é o maior navio de guerra japonês construído no pós II guerra mundial. A classe Izumo, composta por dois navios, o Izumo DDH-183 e o Kaga DDH-184, são classificados pela Força de Auto de Defesa Marítima como destróier porta helicópteros, e por isso, tem uma missão principal de operar em missões anti-submarino, e muito provavelmente, serão configurados e readequados para poderem operar caças de 5º geração F-35B, com capacidade VSTOL (decolagem curta e pouso vertical) tornando o navio em um porta aviões leve.
Acima: Mesmo sendo classificado como "destróier porta helicópteros", a verdade é que dado à configuração de armamento orgânico e sistemas embarcados, os navios da classe Izumo são, verdadeiramente porta helicópteros.

O Izumo, com seus poucos "discretos" 248 metros de comprimento, substituiu os geriátricos destróier da classe Shirane, um navio com metade de seu tamanho, que foram operados por 27 anos e já não apresentavam um valor militar significativo. A missão principal do Shirane era a de caçar submarinos e essa missão será efetuada pelo Izumo na medida em que o navio possui uma ala aérea anti submarina que opera coordenada com dados coletados pelo grande sonar de proa OQQ-23 que opera de forma ativa e passiva na busca de um sinal do inimigo submerso. O sistema de radar usado no Izumo é o OPS 50 que utiliza tecnologia de varredura eletrônica atica (AESA) permitindo detecção de alvos aéreos a 222 km de distancia e a lidar com múltiplos contatos simultaneamente. para navegação, o Izumo usa uma radar de busca de superfície OPS-28, porém trata-se de um sistema de varredura mecânica com alcance de 74 km. Ainda tratando da parte de sistemas eletrônicos, foi instalado um sistema de contra medida missilística MK-36 SRBOC projetado pela Bae Systems, que lança uma nuvem de chaffs que ilude e despista mísseis antinavio do inimigo. Um sistema de contra medida torpédica também foi instalada.
Acima: O sistema de radar AESA (varredura eletrônica ativa) OPS-50A pode ser visto aqui acima dadas janelas da ponte. Seu alcance contra alvos aéreos está em 222 km.

A configuração adotada pelo estaleiro JMU (Japan Marine United)) no projeto da classe Izumo, deixa claro que o navio dependerá, principalmente, de sua ala aérea para executar suas missões, e de escoltas para sobreviver em um ambiente negado pelo inimigo. O armamento orgânico do navio é bastante limitado em capacidade de defesa e consiste em dois sistemas de defesa antiaérea de curto alcance CIWS MK-15 Phalanx que usa um canhão rotativo M-61 em calibre 20 mm com cadência de 3000 tiros por minuto e um alcance efetivo de cerca de 1000 metros. O segundo armamento, também de curto alcance, é o SeaRAM, que usa o mesmo sistema de radar do Phalanx e um lançador de mísseis de curto alcance  RIM-116 RAM. Cada lançador tem 11 mísseis e que podem ser guiados por radio frequência ou por infravermelho, tendo um alcance de 9 km.
A ala aérea, atualmente, conta com 14 helicópteros compostos por MCH-101 Merlin usado para encontrar e anular minas navais e o SH-60K Seahawk, para missões antissubmarino e busca. Porém, é importante observar que o navio comporta até o dobro dessa quantidade de aeronaves, podendo chegar à 28 helicópteros. Os japoneses estão estudando a possibilidade de modificar o Izumo para colocar um pequeno esquadrão de 10 caças F-35B (VSTOL) e torna lo um porta aviões leve ara para poder dar suporte mais amplo a tropas em terra ou mesmo, defesa aérea do grupo de batalha.
Acima: Com um armamento leve, o Izumo tem no sistema SeaRAM o seu armamento de maior alcance. O míssil RIM-116 tem alcance de 9 km e seu sistema de guiagem se dá por sensor infravermelho (IR) e radio frequência.

O Izumo tem um deslocamento de 27000 toneladas, que representa mais que o dobro de um destróier da classe Atago, segundo maior navio de guerra japonês. Para movimentar esse grande navio foi instalado um sistema COGAG (combina duas turbinas a gás para mover uma hélice) e por isso 4 turbinas General Eléctric LM-2500, uma das turbinas mais usada nessa configuração de propulsão que movimentam duas hélices. Elas, juntas, fornecem 112000 Hps de força para levar o Izumo a velocidade de 30 nós (56 km/h). Navegando em velocidade econômica, (cerca de 20 nós ou 37 km/h) o navio tem autonomia para navegar 11112 km o que lhe dá boa capacidade de operações distante de sua base.
Acima: Esta foto é bastante ilustrativa pois mostra o Izumo junto de navios de guerra de outras nações. A boa autonomia lhe permite operar como parte integrante ou mesmo liderar um grupo de batalha multinacional.
A classe Izumo representa um elemento multiplicador de forças as JMSDF na medida em que traz capacidade de busca antisbmarina de a´rea ampliada com seus helicópteros que são capazes de operar de forma integrada ao navio e ainda atacar os alvos que representem uma ameaça ao navio ou a seu grupo de batalha. Se o Japão levar a frente a ideia de adaptar o navio para operar caças de 5º geração F-35B, isso ampliará, em multo a capacidade multimissão desta moderna classe de navios, dando uma capacidade de projeção de poder ás forças de defesa do Japão que, desde a segunda geurra mundial, tem em sua constituição, um foco totalmente na defesa do território nacional, o que acabou por limitar, em muito a capacidade de suas forças militares combaterem longe do território japonês. essa limitação está sendo removida aos poucos com a mudança na política de defesa japonesa que tem se tornado mais incisiva nos últimos anos para fazer frente ao grande crescimento militar da China.
Acima: O bom espaço no deck do Izumo e a necessidade de um reposicionamento geoestratégico mais agressivo levou as autoridades japonesas a considerarem modificar o navio para que ele possa operar um esquadrão de caças F-35B.




                

Mudança nas prioridades de defesa norte-americanas


Por Cel Paulo Roberto da Silva Gomes Filho
No último dia 19 de janeiro, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América publicou uma sinopse da sua Estratégia de Defesa – o texto completo não foi disponibilizado por ser secreto. A versão tornou públicos os aspectos ostensivos daquela