quarta-feira, 22 de agosto de 2018

TAURUS. Maior fábrica de armas do Brasil e o desafio de recuperar sua confiabilidade no mercado.



INTRODUÇÃO
Por Carlos Junior
A industria de armas de fogo é extremamente competitiva, principalmente em países onde a verdadeira democracia, sem utopias de algumas grandes nações emergentes permite que o cidadão,trabalhador e pagador de impostos tenha acesso a armas realmente eficazes para autodefesa, esporte, ou simplesmente para colecionar. Empresas como a Glock, fabricante das famosas pistolas que levam seu nome, a Sig Sauer, uma das mais competentes fabricantes de armas de fogo europeias e a poderosa Heckler & Koch, da Alemanha, cuja qualidade excepcional de suas armas é a sua característica mais marcante, serão foco de futuras matérias por aqui. 

Hoje eu estou apresentando no WARFARE Blog um artigo sobre um dos maiores fabricantes de armas de fogo do mundo cujo diferencial que chama a atenção é ser uma empresa de um país onde armas de fogo são consideradas um tabu e que possui uma classe política extremamente  resistente a ideia do conceito de legítima defesa o que acaba levando a demonização desses instrumentos de defesa em pró da chamada paz (dos bandidos, é claro): O Brasil!

Acima: Os primeiros revolveres da Taurus eram armas simples, básicos, bem diferentes dos produtos de grande tecnologia agregada que estão disponíveis nos produtos da empresa nos dias atuais.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Depois deste desabafo, voltemos ao foco desta matéria. A Forjas Taurus S.A, ou somente Taurus, como é mais conhecida, uma empresa gaúcha que teve suas atividades iniciadas em 1937 como uma pequena fabricante de ferramentas e que depois da segunda grande guerra passou a construir, também revolveres, sendo que o primeiro revolver da empresa, o modelo 38101 SO, foi produzido em 1941 e tendo a produção deste tipo de arma alcançando o patamar de grande escala em 1951. No decorrer da historia desta importante empresa, muitas mudanças de rumo foram tomados para de adaptar a o mercado e até mesmo, políticos como na década de 60 quando em decorrência do golpe militar ocorrido em 1964, houve um aumento das regras e da burocracia para o comercio de armas de fogo no país, em que acabou comprometendo a saúde financeira da Taurus, ainda com pouca chance de competir no mercado internacional. Nesse período a Taurus acabou tendo parte de suas ações vendidas para a Smith & Wesson, que ironicamente se tornaria uma das suas maiores concorrentes em seu maior mercado o norte americano, em que a Taurus acabou entrando em 1982.
Porém, voltando alguns anos, em 1977, a Taurus teve as suas ações adquiridas pela brasileira Polimetal, trazendo de volta o controle da empresa para as mãos brasileiras. 
Em 1974 outra empresa importantíssima no mundo das armas de fogo, a italiana Beretta tinha assinado um contrato de fornecimento de armas para o exercito brasileiro e nesse contrato estabeleceu que a Beretta teria que se instalar no Brasil e contratar mão de obra nacional. Com o fim deste contrato em 1980 a Beretta vendeu suas instalações, incluindo maquinário e projetos das armas produzidas para a Taurus. Esse momento pode ser considerado um dos mais importantes da historia da Taurus, pois com o seu conhecimento técnico aperfeiçoou os projetos da Beretta no Brasil e produziu as pistolas dos modelos PT-92 e PT-99 em calibre 9 mm e que foram um grande sucesso de vendas devido ao custo baixo associado a alta confiabilidade e precisão destas.
Em 1997 a Taurus adquiriu a sua maior concorrente no mercado brasileiro, a Rossi, outra fabricante de excelentes revolveres, cuja qualidade tive o prazer de experimentar em inúmeras vistas ao clube de tiro. 
A política da Taurus em adquirir ou se associar a outras empresas apresentou outros frutos como a submetralhadora MT-40, MT-9 e as carabinas CT-30 e CT-40, cujo projeto chileno, especificamente da empresa FAMAE, foi objeto de uma parceria entre as duas indústrias.
A ultima empreitada da taurus foi ainda mais arrojada. Desta vez uma parceria entre a IMI de Israel e a empresa brasileira permitira a montagem do moderno fuzil bullpup Tavor, e que poderá vir a ser o próximo fuzil de assalto do exercito brasileiro, que a algum tempo vem estudando possíveis substitutos dos cansados fuzis Imbel FAL, porém, uma reviravolta na estratégia da empresa fez com que essa parceria terminasse sem frutos e a Taurus desenvolveu um fuzil próprio, chamado ART-556, em calibre 5,56X45 mm.
Hoje a Taurus é uma empresa cuja propriedade é da Companhia Brasileira de Cartuchos, mais conhecida como CBC. Por mais que algumas pessoas tenham criticas duras contra a CBC e seus produtos, eu, como consumidor e atirador de longa data, garanto que a qualidade dos produtos CBC, tanto munições, como armas de fogo, são excelentes. Por outro lado, pouco antes da CBC adquirir a Taurus, esta apresentou gravíssimos problemas de qualidade em seus armamentos. Algumas pessoas acreditam, equivocadamente, que os problemas foram restritos as armas da marca que foram fabricados no Brasil, e que as armas fabricadas nos Estados Unidos, em Miami, Estado da Florida, não tinham os mesmos problemas. Na verdade as duas linhas de produção apresentaram severos problemas de qualidade e muitas falhas de funcionamento vitimizaram consumidores civis e muitos policiais no Brasil. A CBC trabalha agora com uma mudança na estratégia operacional que permita melhorar seus processos de produção e de controle de qualidade para reconstruir a imagem que a Taurus tinha no fim dos anos 80 e início dos anos 90 do século XX. A mais evidente ação da Taurus para mudar o rumo que as coisas tomaram, foi a criação a nova família de armas T-Series. Hoje, neste artigo, vou mostrar as principais armas que esta grande fabricante já lançou no mercado e fazer um breve comentário sobre cada uma delas. No futuro, serão publicados matérias sobre alguns modelos em especial, descrevendo-os com maiores detalhes.

ALGUNS DESTAQUES DA LINHA DE PRODUTOS TAURUS
A Taurus possui uma extensa linha de produtos da qual seria muito extenso descrever um por um nesse artigo. Assim sendo optei por apresentar os produtos de maior importância na historia do fabricante. Alguns desses produtos já estão fora de linha de produção (informado na ficha técnica).
REVOLVERES
Os revolveres da Taurus são reconhecidos no mundo todo. São armas de elevadíssima qualidade, precisão e durabilidade além de seguros. São muitos modelos, em sua maioria em calibre 38 SPL. 
RT- 889
O Modelo 889 em calibre 38 SPL representa um revolver com acabamento fino, acima da média e com uma estrutura de extrema qualidade e resistência. Seu desenho clássico, com cano reforçado e com janelas de refrigeração, é uma unanimidade em termos de beleza.
FICHA TÉCNICA RT- 889
Calibre:  38 SPL
Capacidade:  6 tiros
Comprimento do cano: 4 e 6 polegadas
Comprimento total: 250 mm (cano de 6 polegadas)
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça regulável micrometricamente e massa fixa.

RT-85
Este pequeno revolver snubby em calibre 38 SPL e com 5 tiros de capacidade é um exemplo de projeto Taurus que tem resistido ao tempo. Lançado no mercado em 1983, este modelo continua em linha de produção em diversos acabamentos, incluindo alumínio.
FICHA TÉCNICA RT- 85
Calibre: 38 SPL
Capacidade:  5 tiros
Comprimento do cano: 2 e 3 polegadas
Comprimento total: 163 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: fixa.

RT-838

O modelo RT-838 é o maior revolver de uso permitido a civis no Brasil. Produzido na estrutura desenvolvida para o primeiro revolver em calibre 44 Magnum do Brasil, o modelo 44, o RT-838 tem um tambor com capacidade para 8 tiros em calibre 38 SPL. Assim este revolver ajuda a atenuar a maior critica contra revolveres que é sua menor capacidade de tiros. 
FICHA TÉCNICA RT- 838
Calibre:  38 SPL
Capacidade:  8 tiros
Comprimento do cano: 4 e 6 polegadas
Comprimento total: 306 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça regulável e massa fixa.

RT-44

O modelo RT-44, inicialmente conhecido como modelo 44, foi o primeiro revolver nacional em calibre 44 magnum. Seu lançamento se deu em 1994 no mercado norte americano. Infelizmente é um produto exclusivo para exportação, pois este poderoso calibre é proibido para uso civil no Brasil.
FICHA TÉCNICA RT- 44
Calibre:  44 Magnum
Capacidade:  6 tiros
Comprimento do cano: 4 e 6 ou 8 polegadas
Comprimento total: 357 mm (cano com 8 polegadas
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça regulável e massa fixa.


RAGING BULL
Os mais poderosos revolveres da Taurus, e um dos mais poderosos do mundo são representados pela linha Raging Bull. Para se ter uma idéia do que representa esta família de grandes revolveres, basta observar que o mais “fraco” dessa linha é o modelo 444 em calibre 44 Magnum. Estas armas foram produzidas em calibre 454 Casull (um dos mais potentes calibres de arma curta do mundo). 480 Ruger e o potentíssimo calibre 500 Magnum que representa o mais poderoso calibre que pode ser disparado de uma arma curta. Como pode se  imaginar, estas armas são de uso em caça de animais de grande porte como ursos e esporte de tiro a silhueta metálica.
FICHA TÉCNICA RAGING BULL
Calibre: (M-444) 44 Magnum, (M-480) 480 Ruger, (M-454) 454 Casull, (M-500) 500 Magnum
Capacidade:  6 tiros
Comprimento do cano: 2, 4, 6, 8 ou 10 polegadas
Comprimento total: 345 mm (cano com 8 polegadas)
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça regulável e massa fixa.

TRACKER

Os versáteis revolveres da linha Tracker podem ser usados tanto para caça como para defesa pessoal. A proposta aqui foi a de um revolver construído para proporcionar extremo conforto e durabilidade devido a sua construção robusta que fornece um armamento quase indestrutível. Disponível nos calibres 17 HMR, 357 Magnum, 41 Magnum, 44 Magnum e 45 Long Colt, todos de uso proibido no Brasil.
FICHA TÉCNICA TRACKER
Calibre:  (M-17) 17 HMR, (M-627) 357 Magnum, (M-415) 41 Magnum, (M-44 Tracker) 44 Magnum (M-45) 45 Long Colt
Capacidade:  5 tiros e 7 tiros
Comprimento do cano: 2, 4 e 6 polegadas
Comprimento total: 270 mm (cano com 6 polegadas)
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça regulável e massa fixa.

RT-410 THE JUDGE

O mais recente produto Taurus na linha de revolveres é o moderno RT-410 The Judge. Com um desenho que chama a atenção pelo enorme tambor, esse revolver dispara um cartucho de espingarda em calibre 36. No Brasil esse modelo esta disponível para o consumidor civil, porém a diferença entre o modelo brasileiro e o norte americano está no cano de alma lisa fornecido ao modelo brasileiro enquanto que no mercado estadunidense, o cano, tem alma raiada, pois além do calibre 36, conhecido lá como 410, o RT-410 dispara também o calibre 45 Long Colt. Para efeito de nós, brasileiros, esse revolver, tem uma vantagem muito interessante e valida como instrumento de defesa residencial. O cartucho calibre 36 pode ser usado com múltiplos bagos de chumbo garantindo uma precisão a curtíssimas distancia e uma transferência de energia ideal para parar o invasor com um tiro. Por ter dispersão como uma espingarda, não será necessário fazer uma visada cuidadosa. E se o proprietário deste excelente revolver quiser, pode adquirir o cartucho 36 com um projétil singular, tipo balote, cujo poder de impacto será bastante efetivo também.
FICHA TÉCNICA RT-410 THE JUDGE
Calibre:  36 Ga e 45 Long Colt.
Capacidade:  5 tiros
Comprimento do cano: 3, 4e 6 polegadas
Comprimento total: 316 mm (cano com 6 polegadas)
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Fixa.

PISTOLAS
PT-92/ PT-99

A primeira pistola da Taurus foi a Taurus PT-92 em calibre 9 mm, cujo projeto foi herdado da pistola Beretta M-92 fabricada para as forças armadas do Brasil. Uma versão com alça da mira regulável desta pistola foi batizada de PT-99 e foi durante algum tempo a melhor pistola da Taurus no mercado militar e de exportação. A qualidade da arma se mostrou presente em seu excelente funcionamento, precisão e durabilidade. Ainda hoje, a PT-92 faz parte do armamento do exercito brasileiro, se mostrando uma durável pistola. Não posso deixar de comentar a variante da PT-92 que “calça” o mais potente calibre. 40. Esta variante, chamada PT-100 e PT-101, cuja diferença é justamente de que a de modelo 100 tem alça da mira fixa e o modelo 101 tem a alça ajustável. Estas pistolas equiparam a policia militar de São Paulo de outros Estados.
FICHA TÉCNICA PT-92/ 99
Calibre: 9 mm
Capacidade: 15 tiros
Comprimento do cano: 5 polegadas
Comprimento total: 217 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa (PT-92), Alça regulável e massa fixa (PT-99)

PT-57 AMF (fora de linha)

A pistola PT-57, em calibre 7,65 mm foi durante os anos 80 a mais “potente” arma semi-automática que um civil brasileiro poderia adquirir. Este modelo deriva da PT-92 de uso restrito. Embora seja uma arma de pequeno calibre, suas dimensões, praticamente as mesmas da PT-92 causavam respeito. Esta pistola deu lugar, posteriormente, para uma versão compacta do mesmo calibre chamada PT-57S com cano de 4 polegadas..
FICHA TÉCNICA PT-57 AMF 
Calibre: 7,65 mm
Capacidade: 15+1 tiros
Comprimento do cano: 5 polegadas
Comprimento total: 217 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa,

PT-58 S (fora de linha)
 
A pistola PT-58 S em calibre 380 ACP, foi a primeira pistola em calibre 380 ACP da Taurus. A liberação do calibre 380 ACP (9 mm curto) para o uso civil no Brasil, no fim da década de 80 deu ao mercado brasileiro uma alternativa pouco melhor que o Fraco 7,65 mm em pistolas semi-automáticas. A PT-58 S deriva da PT-57 S e este modelo obteve sucesso comercial durante os anos iniciais de sua produção. Com capacidade de 12 tiros, versões posteriores tiveram sua capacidade aumentada para 15 e 19 tiros na versão atual conhecida como PT-58 HC (High Capacity) ou alta capacidade.
FICHA TÉCNICA PT-58 S
Calibre: 380 ACP
Capacidade: 12 + 1 tiros
Comprimento do cano: 4 polegadas
Comprimento total: 160 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa.

FICHA TÉCNICA PT-58 HC 
Calibre: 380 ACP
Capacidade: 19 + 1 tiros
Comprimento do cano: 4 polegadas
Comprimento total: 160 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa.

PT 908 (fora de linha)
As pistolas da Taurus eram derivadas das pistolas Beretta devido à aquisição da fabrica desta ultima pela empresa brasileira em 1980. Assim, a Taurus não possuía um modelo de projeto próprio, situação esta que mudou em 1992 quando a empresa se engajou no desenvolvimento de sua primeira pistola totalmente projetada e construída pela Taurus. O novo modelo foi chamado de PT-908 e para seu desenvolvimento a Taurus teve auxilio de policiais e atiradores que deram a Taurus as dicas para que rumo seguir para poder construir uma pistola de qualidade e que pudesse trazer o sucesso comercial para mais este produto. A PT-908 é uma pistola compacta com carregador monofilar para 8 tiros em calibre 9 mm. Este modelo se assemelha aos desenhos encontrados nas pistolas Sig Sauer. A PT-908 deu origem a família de pistolas serie 900, onde novas versões com outros calibres e capacidade de munição aumentada foram sendo lançadas no mercado e obtendo um bom resultado de vendas, principalmente entre os consumidores policiais. Nesse segmento a PT-940, em calibre 40, foi adquirida por muitos departamentos de policia, principalmente da policia civil do Rio de Janeiro e alguns policiais civis de São Paulo que a adquiriram por conta própria. No mercado civil brasileiro, o modelo representativo dessa série é a PT-938 em calibre 380 ACP e com capacidade de 15 tiros no carregador mais um na câmara. 
FICHA TÉCNICA PT-908 
Calibre: 9 mm
Capacidade: 8+1 tiros
Comprimento do cano: 3,88 polegadas
Comprimento total: 179 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa.
FICHA TÉCNICA PT-938 
Calibre: 380 ACP
Capacidade: 15+1 tiros
Comprimento do cano: 3,5 polegadas
Comprimento total: 170 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa.

PT-111/ 132/ 138/ 140/ 145/ 745 MILLENNIUM
A entrada da Taurus no segmento de pistolas com armação em polímero (plástico) ocorreu com o projeto da PT-111 Millennium em calibre 9 mm. Trata-se de uma pistola de pequenas dimensões para uso dissimulado. Como todos os produtos da marca, a Millennium também acabou sendo base de uma série de pistolas em diversos calibres como o 40 e o 45 ACP, incluindo o modelo PT-138 em calibre 380 ACP e a PT-132 em calibre 7,65 mm, disponível para o mercado civil brasileiro. 

FICHA TÉCNICA PT-111/ 140/ 145/ 745
Calibre: (PT-111) 9 mm, (PT-140) .40, (PT-145/ 745) 45 ACP
Capacidade: 10+1 tiros (qualquer modelo)
Comprimento do cano: 3,25 polegadas
Comprimento total: 153 mm
Sistema de operação: dupla ação
Mira: Alça e massa fixa.

FICHA TÉCNICA PT-132/ 138
Calibre: (PT-132) 7,65 mm, (PT-138) 380 ACP
Capacidade:  (Pt-138) 12+1 tiros (Pt-132) 10+1
Comprimento do cano:  3,25 polegadas
Comprimento total: 153 mm
Sistema de operação:  somente dupla ação (DAO)
Mira: Alça e massa fixa.

PT-24/7, PT-24/7 OSS - PRO TATICAL E SERIE 600.

A PT-24/7 representa mais um importante marco na historia recente da Taurus. Lançado no mercado em 2004, este modelo foi projetado pensando nas necessidades do uso policial militar e a Taurus usou as tecnologias mais modernas em seu projeto. Trata-se de uma pistola com armação de polímero que funciona exclusivamente em dupla ação ou ação dupla e simples. O acabamento das partes metálicas como o ferrolho é tenifer, que torna essas peças extremamente resistentes, praticamente indestrutíveis. O modelo base é em calibre 40, que está na moda entre departamentos de policia brasileiros e norte americanos. Posteriormente foram apresentados a PT-24/7 em calibre 45 ACP e 9 mm. A PT-24/7 deu origem a uma pistola tática de combate cujo mercado focado era o militar. O modelo derivado se chama PT-24/7 OSS ou Pro Tatical. Estes modelos foram desenvolvidos com o auxilio de informações repassadas pelas forças especiais dos Estados Unidos sobre os requisitos de uma nova pistola de combate para concorrer para o fornecimento de uma pistola substituta para as M-9 (Berettas M92) usadas pelas forças armadas norte americanas. Essa concorrência a qual a Taurus participou com sua PT-24/7 OSS, em calibre 45 ACP, foi chamado, inicialmente, de JCP (Joint Combat Pistol). Esse programa foi suspenso indefinidamente e os melhores fabricantes de armas do planeta apresentaram candidatos, incluindo a Heckler & Koch com sua excelente HK-45. A diferença mais importante entre essa versão com a PT-24/7 original é o seu cano mais longo, cerca de 5,25 polegadas, garantindo melhor precisão a maiores distancias. Os modelos OSS em calibre 40, 38 Super Auto e 9 mm que surgiram posteriormente foram chamados de Pro Tatical e representam mais uma opção para forças policiais, notadamente as de operações especiais.
Já a serie 600 traz pistolas da serie PT-24/7 em dimensões reduzidas para serem usadas de forma dissimulada ou como uma segunda arma ou “backup Gun”.Nessa serie temos a PT-609 em calibre 9 mm, PT-640 em calibre 40.

FICHA TÉCNICA PT-24/7 - OSS
Calibre:  9mm, 40, 45 ACP
Capacidade:  17+1 (9 mm),  15+1 (40)
Comprimento do cano: (PT-24/7) 4 polegadas, (PT/24/7 OSS) 5,25 polegadas Comprimento total: (PT-24/7) 182 mm (PT-24/7 OSS) 209 mm
Sistema de operação: dupla ação modificado
Mira: Alça e massa fixa.

FICHA TÉCNICA PT-609/ 640
Calibre:  (PT-609) 9 mm, (PT-640) 40
Capacidade:  (PT-609) 13+1 tiros, (PT-640) 11+1
Comprimento do cano:  3,25 polegadas.
Comprimento total: 156 mm.
Sistema de operação:  dupla ação modificada.
Mira: Alça e massa fixa.


PT-24/7 G2
A segunda geração da família 24/7 é a PT-24/7 G2, que traz um modelo extremamente confiável que funciona em ação dupla e simples, A arma possui desarmador de cão e travas ambidestras, além de cinco backstraps de fabrica para melhor adaptação da ergonomia da empunhadura. 
O modelo é fabricado em calibre 9 mm, 40 e 45ACP, porém, no mercado brasileiro o modelo tem sido disponibilizado exclusivamente em 40 e 9 mm. Com chassis em polímero e ferrolho em acabamento em Tenox (Tenifer). Este modelo apresentou ocorrências de disparos acidentais em quedas e foi descontinuado no portfólio da Taurus
FICHA TÉCNICA PT-24/7  G2
Calibre:  9mm, 40, 45 ACP
Capacidade:  17+1 (9 mm),  15+1 (40); 12+1 (45 ACP)
Comprimento do cano: 4,25 polegadas, 
Comprimento total: (PT-24/7) 182 mm (PT-24/7 OSS) 209 mm
Sistema de operação: dupla ação modificado
Mira: Alça e massa regulável.

SERIE 1911

A pistola mais popular da historia é, sem a menor sombra de duvida, a modelo 1911 desenhado pelo gênio das armas John M Browning e lançada ao mercado pela famosíssima empresa Colt Firearms. O numero 1911 diz respeito ao ano em que esta excelente arma foi lançada no mercado. Hoje, quase 100 anos depois, ainda é comercializado no mundo todo. Hoje, a maioria dos grandes fabricantes tem alguma versão desse modelo em seu portfólio de produtos. A Taurus inseriu sua variante desta valente pistola em 2005 com o nome de PT-1911. Inicialmente era um modelo 1911 com alguns itens de fabrica que normalmente só se via em pistolas customizadas. Inicialmente essa pistola estava sendo comercializada somente em calibre 45 ACP, e com carregador monofilar como a original. Porém em 2009 foram lançadas em diversos calibres como o 9 mm e o 38 Super Auto, além de uma versão de alta capacidade em calibre 45 ACP. A taurus possui uma variante desta pistola usando um chassi com trilho picatinny a frente do guarda mato do gatilho, para facilitar a instalação de acessórios como lanternas e miras laser.
FICHA TÉCNICA  PT-1911
Calibre: 45 ACP,9 mm, 38 Super Auto.
Capacidade: 8+1 tiros (45 ACP), 9+1 (9 mm e 38 Super Auto), 12+1 (45 ACP Alta capacidade).
Comprimento do cano: 5 polegadas
Comprimento total: 222 mm
Sistema de operação:  ação simples.
Mira: Alça e massa fixa.

SERIE 800 – PT-809/ PT-840/ PT-845
A serie 800 da Taurus é uma nova família de pistolas que possuem soluções das pistolas OSS, porém com cano de 4 polegadas  e com o incremento do “cão externo” e com um sistema de segurança encontrado nas pistolas da serie 900 que é o desarmador do cão, ou “Decoking Lever”. Essa serie possui pistolas em calibre 9 mm, 40 e 45 ACP. 
FICHA TECNICA PT-809/ PT-840/ PT-845
Calibre:  (PT-809) 9mm, (PT-840) 40, (PT-845) 45 ACP
Capacidade:  17+1 (9 mm),  15+1 (40), 12+1 (45ACP)
Comprimento do cano: 4 polegadas.
Comprimento total: 209 mm.
Sistema de operação: dupla ação modificada
Mira: Alça e massa fixa.

PT-2045 (fora de linha)
O modelo PT-2045 foi uma moderna pistola produzida pela Taurus lançada no inicio de 2009 esta pistola possui linhas avançadas com um desenho “limpo” ideal para o porte discreto e sem pontos que poderiam enganchar na roupa, a PT-2045 é construída em chassi de polímero e está disponível no calibre 45 ACP com carregador de 12 tiros. Este modelo opera em sistema de dupla ação modificada e ainda possui algumas características encontradas nas pistolas Glock, como uma trava montada no próprio gatilho e uma tecla desmontagem igual à de sua concorrente.
FICHA TÉCNICA PT-2045
Calibre:  45 ACP
Capacidade: 12+1 
Comprimento do cano: 4 polegadas.
Comprimento total: 209 mm.
Sistema de operação:  dupla ação modificada
Mira: Alça e massa fixa.

SERIE SLIM – PT-709/ PT-738/ PT-740
A serie Slim da Taurus foi lançada no mercado em 2009. Como o nome diz, esta serie traz pistolas extremamente finas para o porte dissimulado. Os calibres dessa linha ficaram restritos ao 9 mm através do modelo PT-709 e 380 ACP no modelo PT-738 e .40 na PT-740. Para manter as dimensões reduzidas os carregadores destes modelos são monofilares e com capacidades menores do que os outros modelos apresentados aqui. 
FICHA TÉCNICA PT-709/ PT-738/ PT-740
Calibre:  PT-709: 9 MM; pt-738: 380ACP; PT-740: .40
Capacidade: PT-709: 7+1; PT-738: 6+1; PT-740: 6+1
Comprimento do cano: PT-709: 3 pol; PT-738: 2,84 pol; PT-740: 3,2 pol.
Comprimento total: PT-709:156 mm; PT-738: 132 mm; PT 740: 158 mm.
Sistema de operação:  dupla ação 
Mira: Alça e massa fixa.

SUBMETRALHADORAS
MT-12 A
 
A primeira submetralhadora da Taurus foi a modelo MT-12 que inicialmente não passava de uma montagem do modelo M-12 da Beretta, a qual eram fornecidas para as forças armadas brasileiras no contrato de 1974. Porém, posteriormente, a Taurus executou algumas modificações que melhoraram a praticidade do modelo dando origem ao chamado modelo MT-12A. As modificações fora o aumento do tamanho da trava da empunhadura original que dava apoio para apenas um dedo, de forma que a nova pegasse dois dedos e assim melhorando a ergonomia desta parte, e a mudança da tecla de controle de tiro para uma posição mais alta melhorando a acesso dos dedos a ela. Embora hoje seja uma submetralhadora considerada ultrapassada e já esteja fora de linha na Taurus, ainda é vista nas mãos de algumas unidades policiais, notadamente da policia militar e em algumas unidades das forças armadas brasileiras.
FICHA TÉCNICA MT-12A. (Fora de linha) 
Tipo: Submetralhadora.
Sistema de operação: Blowback. 
Calibre: 9 mm. 
Peso: 3 Kg (vazio). 
Comprimento Total: 66 cm (Extendida), 49 cm (coronha rebatida) 
Comprimento do Cano: 8 polegadas  (20 cm).
Miras: Massa fixa; Alça regulável em 2 posições. 
Velocidade na Boca do Cano: 430 m/seg. 
Cadência de tiro:  
Capacidade: 550 tiros/ min.30 tiros


MT-40/ MT-9

A submetralhadora MT-40 é fruto de um acordo entre a Taurus e a empresa estatal Chilena FAMAE, maior fabricante de armas daquele país. A FAMAE forneceu o projeto da sua submetralhadora SAF para a taurus que começou a produzir em calibre 40 para fazer parte de uma linha de produtos direcionada ao mercado policial militar brasileiro. Atualmente muitas forças policiais do Brasil todo já fazem uso desta submetralhadora. Posteriormente a Taurus passou a produzi-la em calibre 9 mm também. Embora sejam armas com a típica boa qualidade Taurus, ainda sim tem uma característica que em minha opinião, considero um ponto negativo. A alta cadencia de tiro de 1200 tiros por minuto. A tendência atual nessa classe de armamento é a de cadencia de tiro menores na faixa dos 550 a 600 tiros por minuto para se evitar o desperdício de munição e tornar mais controlável o disparo em regime automático.
FICHA TECNICA MT-40/ MT-9
Tipo: Submetralhadora.
Sistema de operação: Blowback 
Calibre: 40 S&W e 9 mm.
Peso: 3,7 kg (carregada)
Comprimento Total: 67 cm (Estendida).
Comprimento do Cano: 8 polegadas.
Miras: Alça regulável,Massa fixa.
Velocidade na Boca do Cano: 300 m/seg (40).
Cadência de tiro: 1200 tiros/ min 
Capacidade: 30 tiros

MT-40G2
A Taurus desenvolveu em 2011 a segunda geração de suas submetralhadoras MT-40 e MT-9, que depois de mudanças ergonômicas de grande impacto (positivo, diga-se de passagem) e mudanças mecânicas que acabaram por diminuir a cadência de tiro de 1200 para comportados 750 tiros por minuto, apresentaram a nova submetralhadora MT-40G2 e a MT-9G2. Alem de uma coronha totalmente configurável em extensão e rebatimento, a arma apresentou uma inovadora e criativa solução para apoio da mão sob o poço do carregador que agora permite que o atirador não precise segurar no próprio carregador e nem de uma empunhadura em um trilho picatinny sob o guarda mão. A arma vem com um longo trilho picatinny para acessórios na sua parte superior e pode ter instalado trilhos extras na lateral e na parte de baixo do guarda mão. Já está em produção e muitas policias já o adquiriram. 
FICHA TECNICA MT-40 G2/ MT-9 G2
Tipo: Submetralhadora.
Sistema de operação: Blowback 
Calibre: 40 S&W e 9 mm.
Peso: 3,29 kg (vazia)
Comprimento Total: 75 cm (Estendida).
Comprimento do Cano: 7,87 polegadas.
Miras: Alça regulável,Massa fixa.
Velocidade na Boca do Cano: 305 m/seg (40).
Cadência de tiro: 750 tiros/ min 
Capacidade: 30 tiros

CARABINAS

CTG240/ CT-30/CTG29

A carabina CT-40, a primeira de fabricação pela Taurus, traz uma versão de tiro semi-automático e de cano muito mais longo de sua submetralhadora apresentada acima. O alvo deste produto também foi o mercado policial, carente de uma carabina com calibre adequado para uso em áreas urbanas. A CT-40 tem a vantagem de usar a mesma munição das pistolas em serviço na maioria das forças policiais. Porém, a Taurus foi mais longe e lançou uma versão de sua carabina semi-automática em calibre 30 Carbine. Este calibre consegue uma energia elevadíssima tendo o poder de parada de um projétil calibre 45, porém a 180 metros de distancia, desempenho este impossível para a carabina CT-40 e seu calibre 40. As carabinas 30 saíram de linha de produção e a CT-40 deixou de ser fornecida no Brasil, sendo comercializada nos Estados Unidos, já em sua segunda geração que usa uma coronha  fixa e “vazada” sobe o nome VTG240 para a carabina calibre. A Taurus também produziu essa nova versão da carabina em calibre 9 mm para aquele mercado sob a designação CTG29. 
FICHA TECNICA CTG240/ CT-30.
Tipo: Carabina. 
Sistema de operação: Blowback 
Calibre: 40 S&W, 9 mm e 30 Carbine. 
Peso: (CTG240) 3 kg, (CT-30) 3,74 kg (carregada). 
Comprimento Total: (CTG240) 91 cm (Estendida). (CT-30) 78 cm(coronha estendida). 
Comprimento do Cano: (CTG240) 16 polegadas. (CT-30) 10,23 polegadas

Miras: 
Velocidade na Boca do Cano: Alça regulável, Massa fixa. 300 m/seg (40), 600 m/seg (30 Carbine).


ESPINGARDAS
ST-12

A Taurus entrou no mercado de espingardas de repetição por ação de bomba, as chamadas pump action com um modelo ST-12 com capacidade de 7 +1 cartuchos. Basicamente,, este modelo é fruto de uma parceria entre a CBC, que fabrica o ótimo modelo CBC 586 com a Taurus que começou a produzir o modelo CBC com pequenas modificações.  A Taurus produz duas versões, sendo uma delas direcionada ao público civil e outra ao mercado de segurança publica. O modelo direcionado a este ultimo mercado possui, coronha telescópica com 6 posições do mesmo padrão das carabinas M-4 além de empunhadura similar ao da referida carabina. O cano é de 20 polegadas. No modelo para o consumidor civil, o cano é mais longo, 24 polegadas, por conta de nossa  "fantástica" legislação que exige que armas de alma lisa (canos sem raiamento) tenham cano de 24 polegadas no minimo.
FICHA TÉCNICA ST-12
Tipo: Espingarda
Sistema de operação: Ação de bombeamento (Pump Action) 
Calibre:12 GA
Peso: 3,4 kg, o modelo de segurança pública; 3,1 kg modelo civil.
Comprimento Total: Modelo de segurança publica: 91 cm (Estendida). Modelo civil: 111,5 cm.
Comprimento do Cano: Modelo de segurança publica: 20 polegadas. Modelo civil: 24 polegadas
Miras: Massa fixa.

FUZIL
ART-556 CT-556
Um tipo de arma de fogo que a Taurus ainda não tinha experiência é o fuzil de assalto. Para poder entrar nesse segmento, ela assinou com a IWI (Israel Weapons Industries) um acordo para produção local do moderno fuzil TAR-21 Tavor, desenvolvido por eles. A ideia era fornecer este fuzil ao exercito brasileiro que estava em busca de um novo fuzil padrão para substituir os velhos e cansados fuzis FAL. Depois de perceber uma certa resistência com um modelo bullpup, a Taurus acabou indo em outra direção e resolveu desenvolver seu novo fuzil do zero. Um projeto novo desenvolvido com soluções já conhecidas, no que tange ao aspecto mecânico e seu funcionamento, mas com grande quantidade de soluções adotadas de acordo com pesquisas feitas junto aos profissionais de segurança  e militares para o aspecto estético da arma. Nasceu aqui o novo fuzil ART-556 e seu irmão menor, a carabina CT-556. Estas armas usam o velho e conhecido sistema de operação a gás, que movem uma haste que impulsiona o ferrolho rotativo com 6 engrasadores. Até ai, tudo bem. 90 % dos fuzis do mundo usam esse princípio. Porém a ergonomia foi inovador e o ART-556 tem soluções interessantes como o alojamento do carregador que segue a mesma linha do submetralhadora MT-40G2 descrita mais acima. Ou seja, já um suporte para  que a segunda mão fique apoiada na posição do poço do carregador. Outro ponto positivo desta família de armas é sua coronha rebatível e telescópica. dando boas opções de regulagem. A alavanca do ferrolho é ambidestra, o que mostra, mais uma vez a preocupação com a adaptação do usuário.
A diferença entre a carabina e o fuzil é justamente a capacidade de dar rajadas do fuzil, recurso este, inexistente na carabina que funciona exclusivamente em semi automático.
O ART-556 não prosperou e acabou dando lugar a uma linha de fuzis e carabinas baseadas na plataforma AR sob a forma do modelo T-4.
FICHA TÉCNICA ART-556 (descontinuado)
Tipo: Fuzil de assalto.
Sistema de operação: Tomada de gases e ferrolho rotativo. 
Calibre: 5,56X45 mm
Peso: 3,6 kg com cano de 10 pol; 3,8 kg com cano de 14,5 pol; 4 kg com cano de 16,5 pol.
Comprimento Total: 75 cm (Estendida e com cano de 10 pol).
Comprimento do Cano: 10, 14,5 pol, 16,5 pol e 20 pol.
Miras: Alça e massa totalmente regulável e aparelhos opticos
Velocidade na Boca do Cano: 950 m/seg.

LINHA TSERIES
PISTOLA
T-HAMMER - TH

A pistola Taurus TH apresenta aperfeiçoamentos internos e externos em relação aos modelos de pistolas da série 800. A TH, externamente, possui um  grip com a superfície texturizada para melhor firmeza  na empunhadura, além de um gatilho. O sistema de operação é o de ação dupla e simples, como sua antecessora da série 800, porém, modificações no mecanismo de funcionamento permitiram com que a nova TH passasse pelo teste de 10 mil tiros usando munição Gold Hex sem apresentar desgaste das peças, além, de ser testada em quedas de 2 metros sem apresentar disparo acidental. O acabamento do ferrolho é teniferizado, o que lhe dá uma resistência acima da média.
FICHA TÉCNICA
Calibre:  9 mm, 40 S&W, 380 ACP
Capacidade:  18+1 (380 ACP),  15+1 (40 S&W), 17+1 (9 mm)
Comprimento do cano: 4 polegadas.
Comprimento total: 209 mm.
Sistema de operação: dupla ação modificada
Mira: Alça e massa fixa.

T-STRIKER - TS

A pistola Taurus T-Striker, é uma pistola que opera no sistema de percutor lançado ou comumente conhecido como "striker fire", onde o percutor está sempre "pré-armado"  fazendo com que o gatilho opera em ação hibrida, como nas famosas pistolas Glock, a TS tem uma tecla de segurança no gatilho que, uma vez estacionado o dedo nela, a arma se torna totalmente destravada para o disparo. A TS, como o modelo TH, passou nos testes de resistência de 10 mil disparos. O modelo, no entanto, ainda se encontra em fase de homologação pelo exército brasileiro para posterior comercialização.

FICHA TÉCNICA

Calibre:  9 mm, 40 S&W, 380 ACP
Capacidade:  18+1 (380 ACP),  15+1 (40 S&W), 17+1 (9 mm)
Comprimento do cano: 4 polegadas.
Comprimento total: 209 mm.
Sistema de operação: dupla ação modificada
Mira: Alça e massa fixa.

FUZIL DE ASSALTO
T-4

O fuzil T-4 da Taurus faz parte da nova família T-Series da marca, e trás um fuziç idêntico ao M-4 norte americano, nas sua ultima versão, sendo por tanto, uma versão com todos os melhoramentos mecânicos que o M-4 recebeu no decorrer de todos estes anos. A arma tem suas peças (todas) intercambiáveis com fuzis M-4 que usem o padrão original de construção, o que facilita muito a substituição de peças por operadores de armas do mesmo modelo, mas de outros fabricantes. 

FICHA TÉCNICA
Tipo: Fuzil de assalto.
Sistema de operação: Tomada de gases e ferrolho rotativo. 
Calibre: 5,56X45 mm
Peso: 3,6 kg com cano de 11,5 pol; 3,8 kg com cano de 14,5 pol..
Comprimento Total: 75 cm (Estendida e com cano de 10 pol).
Comprimento do Cano: 11,5, 14,5 pol.
Miras: Alça e massa totalmente regulável e aparelhos opticos
Velocidade na Boca do Cano: 950 m/seg.

SUBMETRALHADORA/ CARABINA

SMT/ CTT

A SMT e a carabina CTT da linha Tseries , possuem, externamente o modelo da submetralhadora MT40/ MT9 G2, porém, os armamentos receberam aperfeiçoamentos em sua mecânica interna, visando sanar problemas sérios apresentados em operações policiais e que haviam contribuído para a degradação da imagem da empresa. Os novos armamentos estão em fase de homologação pelo Exército Brasileiro com vistas a liberação para comercialização delas em nosso mercado.
FICHA TÉCNICA 
Tipo: Submetralhadora.
Sistema de operação: Blowback 
Calibre: 40 S&W e 9 mm.
Peso: 3,25 kg (vazia)
Comprimento Total: 75 cm (Estendida).
Comprimento do Cano: 7,87 polegadas.
Miras: Alça regulável,Massa fixa.
Velocidade na Boca do Cano: 305 m/seg (40).
Cadência de tiro: 750 tiros/ min 
Capacidade: 30 tiros

ABAIXO PODEMOS ASSISTIR UM VÍDEO INSTITUCIONAL SOBRE A TAURUS

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