segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

ISRAEL PERDE F-16: O CENÁRIO TÁTICO

Por Robinson Farinazzo

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domingo, 11 de fevereiro de 2018

JATO F 16 É DERRUBADO NA SÍRIA

Por Robinson Farinazzo

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sábado, 10 de fevereiro de 2018

VENEZUELA X GUIANA : OS FATOS CONCRETOS

Por Robinson Farinazzo

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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

PROCURANDO UM RUMO


Por Gen Ex Maynard Marques de Santa Rosa

Interpretar o cenário nacional é um desafio ao discernimento. A multiplicidade de apelos de conteúdo emocional parece criar perplexidade, anulando nos brasileiros o senso de responsabilidade pelo próprio destino. Dessa forma, temas vitais, porém desgastantes, como os da segurança pública, podem ser relegados impunemente na agenda legislativa.

Outras questões essenciais têm sido, igualmente, postergadas de modo sutil, como as do ajuste fiscal e da governabilidade. O acerto das contas públicas torna inevitável a discussão da questão previdenciária, mas não pode prescindir da racionalização do setor público. Contudo, essa preocupação tem-se restringido ao âmbito do Executivo e implicado cortes de incentivos ao setor privado, investimentos federais e custeio, sobretudo, da segurança. Infelizmente, não há notícias de ajuste no topo de nenhum dos três poderes.

No tocante à governabilidade, o dilema constitucional vem sendo omitido da agenda, como se tabu fosse. Curiosamente, o caso da Previdência mostra que mesmo a carta magna é suscetível à mudança de opinião, quanto o é a biruta à força do vento.Na Constituinte de 1988, o MDB atendeu às corporações de servidores, ao unificar o seu regime previdenciário, antes dividido por categorias de celetistas e estatutários. A "conquista" da aposentadoria integral, celebrada por milhares de funcionários, mas sem a contrapartida do tempo de contribuição, selou o destino futuro da previdência pública. Agora, o mesmo partido propõe uma reforma sumária, presumindo a necessidade de erradicar privilégios. O projeto, de inspiração draconiana, não deixou margem para uma solução transitória, como a que foi aplicada às estatais. Por isso, a reação implacável das corporações. E de fato, se aprovado como está, somente restaria aos quadros públicos a opção do mercado de previdência privada, tornado extremamente promissor, pela expectativa de afluxo dos novos clientes.

A inadequação da ordem jurídica agrava o fenômeno da carência de lideranças. A "Constituição Cidadã" revestiu-se de "cláusulas pétreas", que o constituinte pretendeu perpetuar, à revelia da lei natural do progresso. No capítulo dos direitos individuais, por exemplo, o inciso XVIII do Art. 5º estabelece que: "A criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento". Ao interditar o direito de defesa do Estado, estimulou-se a proliferação de organizações-não-governamentais, hoje calculadas em mais de 700 mil, muitas delas projetadas para atender a interesses ocultos, como os do crime organizado e os dos órgãos de inteligência estrangeiros que operam no território brasileiro.

Com as regras em vigor, nenhum presidente seria capaz de impulsionar as reformas estruturais necessárias. O gigantismo do Legislativo e a complexidade dos interesses partidários conspiram contra a agenda. A ineficácia dos processos age em favor da inércia, quando não impede a aprovação das proposições estratégicas. O poder executivo está submetido a uma dependência perigosa do parlamento, ficando praticamente impossibilitado de aprovar qualquer legislação que afete os interesses dominantes. Em acréscimo, por razões atávicas, a administração pública tem, ainda, de conviver com a hipertrofia da fiscalização dos órgãos de controle. A lei merece ser escoimada de ambiguidades, para simplificar os processos administrativos, assegurar a punibilidade dos corruptos e proteger a gestão pública da ingerência externa.

Por outro lado, a fluidez do "espírito da época" tem estimulado o surgimento de "outsiders" capazes de ameaçar o espaço de poder dos atores do "estamento burocrático", dando ensejo aos balões de ensaio que, inexplicavelmente, surgem do nada. O mais recente foi a proposta de mudança para o regime semipresidencialista, uma solução que nega ao presidente os instrumentos da gestão política, assegurando a manutenção do "status quo".

Em resumo, portanto, a carência maior do Brasil de hoje é de ordem em todas as suas expressões: política, econômica, social e jurídica. E o primeiro passo para alcançá-la é a revisão da Carta Magna.




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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

HELICÓPTERO BELL AH 1W: A VISÃO TÉCNICA

Por Robinson Farinazzo

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AS ARMAS PESADAS DO TRÁFICO DE DROGAS NO BRASIL

Por Robinson Farinazzo

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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

RESGATE DE PILOTOS: QUANDO UMA VIDA É A MISSÃO

Por Robinson Farinazzo

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domingo, 4 de fevereiro de 2018

FORÇA AÉREA DA VENEZUELA: A VISÃO DE UM ESPECIALISTA

Por Robinson Farinazzo

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SÍRIA: REBELDES DERRUBAM AVIÃO RUSSO/PLANTÃO ARTE DA GUERRA

Por Robinson Farinazzo

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Grande Unidade Operacional é inaugurada na Amazônia

Por Exército Brasileiro

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

QIUXIN TYPE 022 HOUBEI. Mais uma surpresa chinesa


FICHA TÉCNICA
Tipo: Barco de patrulha lança mísseis.
Tripulação: 12 tripulantes.
Data do comissionamento: Abril de 2004.
Deslocamento: 220 toneladas (totalmente carregado).
Comprimento: 42,6 mts.
Boca: 12,2 mts.
Propulsão: 2 motores a diesel MTU V16 396 TE74L que trabalham com 4 sistemas de jatos de água MARI que fornecem 6865 Hp.
Velocidade máxima: 36 nós (67 km/h).
Alcance: 3300 Km (estimado)
Sensores: Um radar Type 362 com 42 km de alcance contra alvos aéreos e 120 km no modo OTH; um sensor eletro-óptico HEOS 300, um radar de navegação Type 765.
Armamento: 1 um canhão de canos rotativos KBP 018 em calibre 30 mm (AK-630 fabricado sob licença), 2 lançadores quádruplos para mísseis anti-navio YJ-83, 12 mísseis antiaéreo QW-1 Vanguard (MANPADS)

DESCRIÇÃO
Por Carlos. E. S. Junior
As forças armadas chinesas têm experimentado uma evolução sem precedentes nos últimos 20 anos com a incorporação de diversos sistemas de armas avançados, sendo muitos destes sistemas de fabricação local. A industria de defesa chinesa tem se beneficiado enormemente da atual política de defesa do governo chinês que aumenta o investimento nesse segmento ano após ano de forma que o crescimento chinês já é reconhecido por potencias militares como os Estados Unidos.
A marinha da china tem adquirido junto a sua industria, diversos navios de guerra modernos e em abril de 2004, recebeu um dos mais modernos barcos de patrulha lança mísseis do mundo. Conhecido localmente como Type 022 e identificada com o nome de “Houbei” pela OTAN, o novo barco de patrulha fabricado pelo estaleiro Qiuxin apresenta um desenho com características “stealth” associado a uma configuração catamaram modificada com um semi-casco no centro. Essa configuração permite manter velocidades elevadas e uma navegação estável mesmo em mar agitado.
Acima: Com uma configuração hidrodinâmica catamarã, os barcos de patrulha lança mísseis Type 022 Houbei apresentam alta velocidade e estabilidade superior a de embarcações monocasco.

O desempenho do Houbei no mar é conseguido através de dois motores a diesel MTU V16 396 TE74L que  movem 4 sistemas de jatos de água MARI  que fornecem 6865 Hp de força. A velocidade máxima atingida é de 36 nós (67 km/h), o que a classifica como uma embarcação particularmente rápida e adequada para operações de patrulha e interceptação litorânea. Seu alcance é estimado em 3300 km quando navegando em velocidades econômica, o que lhe proporciona uma boa persistência de operação. o que somado a quantidade elevada de embarcações do tipo produzidas (83 unidades), dão uma grande capacidade de cobertura da marinha chinesa de proteger seu mar territorial.
Acima: O desenho do Houbei apresenta linha pensadas para refletir as ondas de radar adversárias para longe da antena emissora essa característica, somada a seu pequeno tamanho faz o Houbei ser um alvo que é detectado tardiamente, levando grande perigo para um inimigo
Por ser uma embarcação focada na defesa litorânea, a suíte de sensores do Houbei pode ser considerada básica, sem sensores complexos ou de alto desempenho. Assim sendo, a suíte de sensores é composta por um radar Type 362 cujo alcance de busca de superfície é de 120 km, usando a técnica OTH (Over The Horizon) e de 42 km contra alvos aéreos de 2m2 de RCS. Considerando a missão do Houbei, este sistema está de bom tamanho. Há um radar de navegação Type 765 instalado também. Uma torre com sensores eletro-opticos HEOS 300 permite executar vigilância em qualquer tempo e a qualquer hora em apoio ao radar através de imagem infravermelho, sistema de vídeo CCD e um sistema laser.
Acima: O radar Type 362 é o principal sensor do Houbei. Dentro da atribuição da embarcação, esse radar apresenta um bom desempenho que lhe permite operar com eficácia na defesa litorânea do litoral chinês.
O Houbei tem em seu armamento, em conjunto com sua velocidade, o trunfo para poder ser considerado um sério problema para navios inimigos ou simples embarcações ilegais como no caso dos piratas, tão presentes nos noticiários atualmente quando se fala do problema na costa da Somália. O seu armamento é composto por um canhão de canos rotativos KBP 018 em calibre 30 mm. Esse canhão, uma copia licenciada do canhão russo AK-630, é fabricado pela Zeeri, atinge uma cadencia de tiro de 5000 tiros por minuto e sua utilização principal é na defesa antiaérea de curto alcance, porém, esse armamento, pode ser bastante destrutivo contra embarcações leves como lanchas ou mesmo barcos de porte pouco maior. A Houbei tem seu principal armamento na forma de dois lançadores quádruplos para mísseis anti-navio da família YJ-83, de fabricação local. Esses mísseis guiados por radar ativo na fase final do ataque, podem atacar alvos a distancias que variam de 42 km (modelo C-801) até 350 km (modelo C-803). A ogiva é de 165 kg de explosivos com retardo e com capacidade limitada de perfuração de blindagens para a versão C-801, aumentando para 190 kg para os modelos C-802 e C-803.
Por ultimo, há 12 mísseis antiaéreos de curto alcance guiados por calor do tipo MAMPADS (míssil lançado do ombro) QW-1 Vanguard que é baseado no modelo russo Igla de primeira geração. Esse míssil tem alcance de 5 km e é guiador por sensor infravermelho.
Acima: O principal armamento do Houbei é seus 8 mísseis anto-navio da família YJ-83. Nesta foto podemos ver o lançamento de mísseis por dois barcos da classe Houbei em treinamento
O Houbei é uma embarcação de nova geração que poderia ser comparada a poucos tipos em serviço atualmente, como a lancha norueguesa Skjold ou a corveta sueca Visby, já descrita no WARFARE. Seria interessante até se considerar as soluções apresentadas nesse projeto chinês quando se pensa em um barco de patrulha para a costa brasileira.  O Brasil tem projetado um navio de patrulha oceânica que deverá ter o porte de uma corveta pequena, porém acredito que uma embarcação como a Houbei pudesse executar a tarefa de patrulha oceânica de forma bastante eficaz, dado a seu armamento mais poderoso e sua boa velocidade.
Acima:  Nesta foto podemos ver um Houbei escoltando um destroier da classe Luda que a China ainda mantem em serviço depois de mais de 40 anos de serviço ativo.
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SEGUNDO DEBATE: FORÇAS ARMADAS QUE QUEREMOS E AS QUE PODEMOS TER

Por Robinson Farinazzo

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COMO O PORTA AVIÕES SÃO PAULO OPERAVA NA MARINHA DA FRANÇA?

Por Robinson Farinazzo

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

GUERRA FRIA, VIETNAM E CHINA: TRUMP NUNCA SERÁ NIXON

Por Robinson Farinazzo


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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

SEGUNDA ANÁLISE DAS FORÇAS ARMADAS DA VENEZUELA

Por Robinson Farinazzo

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