sexta-feira, 13 de novembro de 2020

FOTO: Caçadores de artilharia no Ártico

 

Caçadores de artilharia da Bateria STA norueguesa (Vigilância e Aquisição de Alvos) no Batalhão de Artilharia, praticando JTAC/FAC com helicópteros de combate Apache britânicos do 656 Squadron Army Air Corps, no campo de tiro de Setermoen, Noruega.

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 13 de novembro de 2020.

A diferença entre o Observador Avançado (FO) e os caçadores de artilharia é que o FO nas forças armadas norueguesas apenas conduz fogo terrestre (fogo de artilharia ou morteiro) e esse é seu único trabalho. Eles são responsáveis por direcionar o fogo de artilharia e morteiros contra um alvo. Alguns dos membros habilitados também têm curso JTAC (apoio aéreo aproximado, mas não muitos. O FO também segue as baterias sob as quais estão subordinados durante as missões ou exercícios de treinamento - em outras palavras, se a bateria precisar se mover, o FO se move. Sem FO, sem missões de fogo.

Os caçadores de artilharia podem fazer uma plêiade de missões, mas os caçadores de artilharia trabalham principalmente muito atrás das linhas inimigas com o propósito de infligir ao inimigo o máximo de perdas possível dentro e ao redor de sua organização de retaguarda, sejam departamentos inteiros, instalações e infraestrutura. Eles também coletam informações/inteligência sobre o inimigo, detecção de alvos (para o FO) e combate a alvos com recursos de aeronaves (caças e bombardeiros), artilharia de campanha, de foguetes e de navios de trás da linha de frente. Os caçadores de artilharia também são treinados para o combate de infantaria e podem, portanto, se necessário, apoiar as unidades de manobra norueguesas na frente - como os observadores avançados. Eles também são as primeiras tropas a saírem em campanha, muito antes das baterias começarem a sair, para obter informações.

Bibliografia recomendada:


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Apaches no Ártico, 2 de março de 2020.

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