terça-feira, 16 de junho de 2020

GALERIA: Operação Chaumière em Tay Ninh com o 1er BPVN

Paraquedistas do 1er BPVN a bordo do sétimo avião C47 Dakota da primeira vaga. Os paras usam o capacete "Guénau", teoricamente reservado para treinamento, a grande mochila Bergam e a bolsa de perna contendo munição, armas de emprego coletivo, equipamentos médicos ou rádio. Ao fundo, o mestre-de-salto sem camisa aguardando a luz verde.

A Operação Chaumière ("Cabana de Palha") em Tay Ninh, fotografada em 25 de abril de 1952 por Corcuff Paul para o ECPAD, foi realizada pelo 1er BPVN (1er Bataillon de Parachutistes Viêtnamiens, 1º Batalhão de Paraquedistas Vietnamitas). A reportagem traça o progresso da Operação "Chaumière" em 25 de abril de 1952, iniciando com a fase de lançamento paraquedista do batalhão, a "ratissage" (limpeza) do terreno, a descoberta, busca e destruição das infra-estruturas de uma fábrica de armas clandestina do Viêt Minh, a evacuação por helicóptero dos feridos, a chegada de uma coluna blindada (carros Stuart M5A1 e obuseiros auto-propulsados M8 de 75mm) em reforço e o uso de uma escavadeira.


Lançamento da segunda vaga de paraquedistas do 1º BPVN por aviões C47 Dakota.

No final de fevereiro de 1952, o 1º BPVN reuniu-se em Hanói e entrou para a reserva das TAPN (Troupes Aéroportées NordTropas Aerotransportadas Norte) antes de partir para Saigon em abril. O 1ª BPVN foi então engajado na Cochinchina, em Tay Ninh (Operação "Chaumière"), Ben Suc, Chau Doc, Baria (Operação "Éole") e em Annam, em An Tan (Operação "Cabestan").


Paras do 1er BPVN abrem uma bolsa de perna e retiram as granadas de morteiro 60mm (sem as espoletas, lançadas separadamente) e caixas de munição para as metralhadoras Browning .30.


Morteiro 60mm do 1er BPVN em bateria com o chefe de peça usando um emissor-receptor SCR 536 para se comunicar com as tropas precisando do apoio de fogo.


Perto da forja de uma fábrica clandestina de armas do Viet Minh, um tenente do 1er BPVN transmite suas ordens por meio de uma estação de rádio do tipo SCR 300. À esquerda, seu operador de rádio usando os fones de ouvido do dispositivo em volta do pescoço.


Um sargento do 1er BPVN armado com uma carabina americana M1A1 (de coronha dobrável) em cobertura durante a sabotagem das máquinas-ferramentas da fábrica clandestina de armas do Viet Minh.


Um pára-quedista da 1ª BPVN coloca um cordel de explosivo no eixo de uma máquina-ferramenta na fábrica clandestina de armas do Viet Minh.


Um pára-quedista do 1er BPVN armado com uma carabina americana M1A1 (de coronha dobrável) inspeciona cuidadosamente uma fábrica clandestina do Viet Minh para detectar armadilhas, minas ou qualquer presença hostil.

Dois paraquedistas do 1er BPVN usam uma "poêle à frire" ("frigideira", como os franceses chamavam) SCR 625 para detectar um provável esconderijo de armas na fábrica clandestina de armas do Viet Minh. O paraquedista à direita se destacou durante sua primeira estadia na Indochina: quando ele era soldado de 2ª classe no 3e BCCP (3ème Bataillon Colonial de Commandos Parachutistes, 3º Batalhão Colonial de Comandos Paraquedistas), foi feito prisioneiro no desastre da Rota Colonial nº 4 (em 1950), mas conseguir escapar do cativeiro com um camarada.


Um paraquedista do 1er BPVN foi ferido no abdômen pela explosão duma mina. Ele está sendo enfaixado por um sargento-enfermeiro antes de ser evacuado em uma maca.


O Capitão Vervelle (centro) comandando o 1er BPVN dá suas ordens a dois de seus oficiais enquanto estuda um mapa dos arredores de Tay Ninh durante a Operação Chaumière.


Um pára-quedista do 1er BPVN armado com um fuzil MAS 36 LG 48 (lança-granadas de 48 mm) e de suas granadas montando um búfalo, sob o olhar divertido de seus companheiros.


Praças graduados do 1er BPVN agrupam as capas contendo os velames dos paraquedas (após uma dobragem sumária) para seu recondicionamento para a próxima operação aerotransportada.

Bibliografia recomendada:







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