quarta-feira, 14 de outubro de 2020

GALERIA: Com os Tirailleurs Marroquinos na Operação Aspic na região de Phu My

Na região de Phu My, atiradores de elite da 2/1er RTM exibem uma bandeira Viêt-Minh encontrada durante a Operação "Aspic" realizada contra o Tieu Doan 300 e a Cong An ("segurança" Viêt-Minh) de Voung Tan.

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 14 de outubro de 2020.

Operação Aspic (Áspide, víbora-áspide) com o 2/1er RTM e o 22e RIC  na região de Phu My, julha-agosto de 1951, na Cochinchina (sul do Vietnã).

A operação visava reduzir os depósitos de segurança de Voung Tan (Cabo Saint-Jacques) e os acantonamentos do TD 300 (Tiêû Doàn, batalhão Viêt-Minh) localizados ao longo da RC 15 (Route Coloniale 15/ Estrada Colonial 15). Fotos de Coutard Raoul para o ECPAD, focando exclusivamente nos tirailleurs (atiradores).

O TD 300 estava operando com elementos da temida Cong An, a "segurança" Viêt-Minh, era a formação responsável pela repressão política do Estado-subterrâneo Viêt-Minh, encarregada do aprisionamento e assassinato de potenciais adversários do futuro regime. A varredura francesa encontrou e libertou tais adversários políticos nas famosas "cages à tigres" (jaulas de tigre) do Viêt-Minh.

Dois destacamentos do 22º RIC (Régiment d’Infanterie Coloniale/ Regimento de Infantaria Colonial) e o comando Long Thanh chegaram ao local por terra; o 2/1er RTM (2e Bataillon de Marche du 1er Régiment de Tirailleurs Marocains/ 2º Batalhão de Marcha do 1º Regimento de Tirailleurs Marroquinos) foi trazido pela Marinha anfíbia.

Destruição por fogo da infraestrutura deserta do Tieu Doan 300 do Viêt-minh por tirailleurs marroquinos do 2/1er RTM.

Um tirailleur (atirador) do 2/1er RTM armado com uma carabina US M1 durante a Operação "Aspic".

Um sargento do 2/1er RTM aguarda ordem para retomar a progressão. Este quadro está armado com uma submetralhadora MAT 49 e equipado com um porta-carregador de lona, de confecção local.

O atirador de um fuzil-metralhador Châtellerault 24/29 e um dos seus companheiros do 2/1er RTM em Voung Tan.

Na região de Phu My, o capitão-médico do 2/1er RTM cuida de um "Tu Vé" (guerrilheiro Viêt-Minh) feito prisioneiro durante a Operação "Aspic", Voung Tan.

Soldados do 2/1er RTM preparam café no bivaque.

Soldados de 2/1er RTM colocaram um morteiro 60mm em bateria em direção a um destacamento Viêt-Minh, tentando desacelerar sua ação contra Voung Tan.

Padiola carregada por soldados do 2/1er RTM com um prisioneiro da temida Cong An, a "segurança" Viêt-Minh, em Voung Tan, durante a Operação "Aspic". Esta formação é responsável por aprisionar ou assassinar potenciais adversários do futuro regime. Vários presos políticos também foram libertados das "jaulas de tigre" pelos atiradores de elite durante esta operação.

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