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quinta-feira, 14 de outubro de 2021

GALERIA: Fuzileiras navais chinesas com camuflagem improvisada

Close-up de uma fuzileira mirando seu QBZ-95.

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 14 de outubro de 2021.

Em um exercício de fotografia para propaganda, essas fuzileiras são capturadas em diferentes posições de combate com camuflagens improvisadas sobre o conspícuo camuflado azul da marinha chinesa comunista.

Um uniforme chamativo como esse permaneceria destacado, mesmo com as plantas no uniforme. A montagem é específica para fins de propaganda e recrutamento, com vários close-ups das belas fuzileiras. As fotos foram postadas no site governamental O Diário do Povo Online (People's Daily Online.cn) em 14 de outubro de 2015.

O fuzil utilizado pelas militares é o QBZ-95, de formato bullpup. Seu nome é tanto Fuzil Automático Tipo 95 (95 Shì Zìdòng Bùqiāng95式自动步枪) quanto QBZ-95, sua designação. A designação do fuzil "QBZ" significa "arma leve (Qīng Wŭqì) - fuzil (Bùqiāng) - automático (Zìdòng)", de acordo com os padrões de codificação da indústria de defesa chinesa.

As fuzileiras navais do PLA usam materiais disponíveis, como grama e folhas, para camuflagem no treinamento de campo.








Bibliografia recomendada:

A Military History of China.
David A. Graff e Robin Higham.

China's Incomplete Military Transformation:
Assessing the Weaknesses of the People's Liberation Army (PLA).

Leitura recomendada:



sexta-feira, 20 de agosto de 2021

FOTO: Fuzileiro naval no Ártico

Fuzileiro naval americano com um M16A2, lança-granadas M203, camuflado de nove e óculos escuros.

Legenda original:

"Um fuzileiro naval fixa seus olhos em um alvo durante seu treinamento em clima frio, 1989."

Bibliografia recomendada:

Homens ou fogo?
S.L.A. Marshall.

Leitura recomendada:



FOTO: Comandos camuflados no inverno, 21 de setembro de 2020.




sexta-feira, 7 de maio de 2021

Os Royal Marines exploram a possibilidade de assaltar um navio no mar com jet packs

Um Royal Marine em uma mochila a jato parte de um barco rápido para embarcar em um navio da Marinha Real.

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 7 de maio de 2020.

A Marinha Real britânica tem explorado a possibilidade de abordar navios em alto mar com jet packs, mochilas a jato futuristas, que permitem que os usuários voem sobre a água.

O "Jet Suit" (traje a jato) foi feito pela Gravity Industries. A empresa divulgou um vídeo no domingo (02/05) que mostrava seus operadores usando mochilas a jato e trabalhando com os fuzileiros navais reais (Royal Marines, RM) lançando-se de embarcações pneumáticos e pousando a bordo do navio patrulha HMS Tamar da Marinha Real britânica.


A Marinha Real Britânica disse em um comunicado que, embora o teste envolvesse a Marinha Real, os comandos não usaram o equipamento, que permaneceu nas mãos do pessoal da Gravity.

A abordagem é um dos problemas mais antigos da guerra naval, e um dos mais perigosos, exigindo tropas com audácia e coragem. No vídeo, um usuário pode ser visto imediatamente desconectando os jatos montados no braço e puxando uma escada. Depois que a escada é protegida, o indivíduo puxa o que parece ser uma pistola ou arma similar.

Abordagem na era da vela.
(Sasha Beliaev/ ArtStation)

As operações de abordagem marítima, também conhecidas na Royal Navy como operações de "visita, abordagem, busca e apreensão" (visit, board, search, and seizure), são desafiadoras e tradicionalmente envolvem tropas que se aproximam furtivamente de um navio em uma lancha rápida e engancham uma escada ou descem por fast rope de um helicóptero para o navio. Freqüentemente, são apoiados por snipers e drones.

Abordagem moderna realizada pelos Royals.

"Isso é cada vez mais visto como uma revolução na capacidade tática de muitas forças especiais e tem uma aplicação muito mais ampla além do embarque marítimo", acrescentou a empresa. As operações retratadas no vídeo faziam parte de um teste, e as forças armadas britânicas ainda não decidiram se vão ou não comprar essa tecnologia.

A Marinha Real afirmou que a tecnologia do traje a jato é "sem dúvida impressionante", mas os especialistas determinaram que ela não está pronta para ser adotada pelas forças armadas. O patrocinador do teste, o Tenente-Coronel (RM) Will Clarke, disse que "ele mostra uma promessa significativa e vamos observar seu desenvolvimento com interesse contínuo".


O novo vídeo da Gravity Industries não é a primeira vez que pessoas em trajes a jato são vistas voando ao redor de navios britânicos. Em maio passado, por exemplo, a Gravity divulgou um vídeo de um operador voando de uma lancha rápida para uma lancha P2000 da Marinha Real durante o que a empresa chamou de "testes de assalto".

E cerca de uma semana antes desse vídeo ser lançado, a Gravity lançou outro vídeo mostrando alguém vestindo um traje a jato voando ao redor do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth e praticando a interceptação de embarcações civis que navegam nas proximidades.


O novo vídeo da Gravity vem apenas algumas semanas depois que a empresa divulgou imagens de um exercício de treinamento de abordagem marítima com as Forças de Operações Especiais Marítimas da Holanda.


Fora das forças armadas, os paramédicos do Serviço de Ambulâncias Aéreas do Reino Unido da Grã-Bretanha estudaram o uso de macacões a jato para operações de resgate remoto, pois os macacões permitem que a equipe médica alcance alguém em perigo em uma área de difícil acesso muito mais rápido do que poderiam ser capaz de fazê-lo por outros meios.


O traje a jato da Gravity estabeleceu o recorde de velocidade mais rápida em um traje a jato controlado pelo corpo, segundo o Guinness World Records. O recorde foi estabelecido por Richard Browning, o inventor britânico e fundador da Gravity, que voou a 85 mph durante um vôo de teste em 2019.

Bibliografia recomendada:

Starship Troopers.
Robert A. Heinlein.

Leitura recomendada:







A Arte da Guerra em Duna17 de setembro de 2020.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

Um cão do Comando Kieffer foi condecorado postumamente com a maior homenagem da Grã-Bretanha para animais


Por Laurent Lagneau, Zone Militaire Opex360, 23 de abril de 2021.

Tradução Filipe do A. Monteiro, 23 de abril de 2021.

Criada em 1943 por iniciativa de Maria Dickin, fundadora do Dispensário do Povo para Animais Doentes (People’s Dispensary for Sick AnimalsPDSA) durante a Primeira Guerra Mundial, a Medalha Dickin é a mais alta condecoração militar britânica concedida aos animais por suas ações em combate. Até o momento, já foi concedida 72 vezes, o último a recebê-la sendo Kuno, um pastor Malinois que se destacou durante um ataque noturno no Afeganistão contra combatentes da Al-Qaeda pelo Special Boat Service (SBS), a unidade de forças especiais da Marinha Real britânica.

Em 23 de abril, Leuk, outro pastor Malinois que serviu na divisão K9 do comando naval Kieffer (forças especiais da marinha francesa), receberá, postumamente, esta distinção britânica por seus "atos" que "sem dúvida salvaram as vidas de membros de sua unidade em várias ocasiões” no Sahel, disse Jan McLoughlin, diretor-geral do PDSA.

Nascido em 2013, Leuk, apelidado de "Lucky Leuk", foi treinado por dois anos antes de ser confiado ao Mestre "Forest", um suboficial do Comando Kieffer.

Em abril de 2019, ele expulsou jihadistas escondidos na vegetação densa. “Naquela altura, estávamos tão perto do inimigo que não havia mais apoio possível. O inimigo claramente nos avistou. Assim, apesar de todos os meios tecnológicos de que dispomos, o único que realmente nos pôde fornecer informações foi Leuk", testemunha o mestre "Forest" num vídeo carregado online pelo PDSA. E fez melhor do que isso porque, apesar do fogo, permitiu que sua unidade se aproximasse dos terroristas e "neutralizasse a ameaça".


Em outra missão, Leuk "atacou ferozmente o inimigo que estava armado e graças a isso posso falar com vocês hoje", testemunhou o Mestre "Forest". Infelizmente, um mês depois, a sorte o abandonaria: ele foi morto por um jihadista. No vídeo, durante seu repatriamento para a França, seus restos mortais são vistos, cobertos com a bandeira tricolor e saudados por uma guarda de honra.

Antes de Leuk, o cão Diesel, morto no ataque do RAID contra terroristas envolvidos nos ataques de 13 de novembro de 2015, foi premiado com a Medalha Dickin.

Observe que, na França, a Société Centrale Canine entregará seus “Troféus de cães heróis" ("Trophées des chiens héros") no dia 21 de setembro. “O objetivo deste evento nacional é destacar a ajuda e o apoio que os cães prestam ao ser humano em muitas áreas, e homenageá-los publicamente pelo trabalho que realizam diariamente ao nosso lado”, especifica.

Em 2019, o cão Ice, do Comando Paraquedista Aéreo nº 10 (Commando Parachutiste de l’Air n°10, CPA 10) foi agraciado com a medalha "cão de intervenção" pela sua atitude "excepcional" no Mali.

Ice, do CPA 10, com a medalha "cão de intervenção" ("chien d’intervention").

Bibliografia recomendada:


Leitura recomendada:


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

GALERIA: Competição de fuzileiros navais estrangeiros na Rússia

Fuzileiros navais venezuelanos saltando obstáculos.

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 15 de dezembro de 2020.

É um longo caminho do Caribe, do Mar da China Meridional e do Golfo, mas ainda assim Venezuela, China e Irã desembarcaram fuzileiros navais na costa do Báltico em agosto de 2019 para uma rodada de jogos de guerra hospedados pela Rússia, que fomentou laços de defesa com os três países.

Eles exibiram sua competência na areia e na água de um campo de testes no enclave de Kaliningrado. Fotos de Vitaly Nevar para a Reuters.

Fuzileiro naval venezuelano negociando a pista de Khmelevka.

O corpo de fuzileiros navais venezuelano tem cerca de 5 mil fuzileiros.

Fuzileiros venezuelanos formando uma escada humana em um poste.

Fuzileiros navais chineses correndo na praia com uma baixa simulada.

As "baixas" são entregues a uma unidade médica russa.

Naval chinês rastejando por debaixo de arame farpado.

O corpo de fuzileiros navais chinês conta com cerca de 20 mil fuzileiros, mas é previsto que se expanda consideravelmente.

Fuzileiros navais iranianos ultrapassando um paredão.

O corpo de fuzileiros navais iraniano conta cerca de 2.600 fuzileiros.

Navais iranianos saltando um obstáculo com arame farpado.

Bibliografia recomendada:

World Special Forces Insignia.
Gordon L. Rottman.

Leitura recomendada:

PINTURA: Assalto anfíbio soviético nas Ilhas Curilas24 de novembro de 2020.

Equipe nº 1 vietnamita no segundo lugar do Grupo 2 no Biatlo de Tanques na Rússia28 de novembro de 2020.

GALERIA: Manobra dos Fuzileiros Navais russos em Kaliningrado, 11 de novembro de 2020.

GALERIA: Exercício conjunto de fuzileiros navais russos e sírios em Tartus18 de fevereiro de 2020.

GALERIA: Comandos Anfíbios brasileiros e argentinos na Operação Fraterno XXXI, 28 de setembro de 2020.

GALERIA: Comandos Anfíbios Argentinos com o FAMAS17 de julho de 2020.

GALERIA: Ativação do Comando de Operações Especiais venezuelano30 de agosto de 2020.

GALERIA: A Guarda Presidencial Emirática no MCAGCC5 de julho de 2020.

GALERIA: Guerra na Selva em Okinawa31 de outubro de 2020.

FOTO: Fuzileiro naval com lança-chamas28 de setembro de 2020.

quinta-feira, 9 de julho de 2020

GALERIA: Salto paraquedista dos fuzileiros navais chineses


Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 9 de julho de 2020.

Exercício de paraquedismo de uma brigada de fuzileiros navais do PLA, ocorrido em 8 de dezembro de 2015. Composto por duas brigadas e vários batalhões independentes com uma força total de aproximadamente 12.000 militares, os fuzileiros navais chineses são uma arma de combate da marinha chinesa. 

Militares do reconhecimento anfíbio e operações especiais dos fuzileiros navais treinam em várias formas de paraquedismo, saltando de aviões ou helicópteros. Este é um conhecimento relativamente novo no PLA, com a doutrina chinesa ainda tateando os procedimentos adequados.










Bibliografia recomendada:

China's Incomplete Military Transformation:
Assessing the Weaknesses of the People's Liberation Army (PLA).

Leitura recomendada:

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

GALERIA: Exercício conjunto de fuzileiros navais russos e sírios em Tartus

Unidades dos fuzileiros navais sírios e russos realizaram exercícios militares conjuntos na base naval russa na cidade portuária síria de Tartus, em 17 de maio de 2017. Centenas de fuzileiros navais dos dois países praticaram disparos de armas portáteis e simulando problemas táticos.