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sábado, 12 de dezembro de 2020

VÍDEO: O Brasil poderia tomar a Guiana Francesa?

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 12 de dezembro de 2020.

O canal de análises militares Binkov's Battlegrounds, apresentado pela marionete Camarada Binkov, publicou ontem (11/12/2020) um vídeo de análise sobre uma hipotética invasão brasileira à Guiana Francesa, com a reação da França e com o possível desenrolar da guerra com os meios militares de cada um.

A análise segue o procedimento de jogos de guerra, com a distinção dos "players" (jogadores, os combatentes), os objetivos e os meios; estes são o número de tropas no local, número disponível de tropas a serem movidas para o teatro, meios de transporte e equipamentos. Os equipamentos variam em qualidade mas são adotados como em condições de operação. Armas nucleares francesas e aliados para ambos foram excluídos.

Resumidamente, ambos os lados teriam dificuldades em mover tropas para o teatro de operações (TO) e os combates seriam de pequenas unidades na selva, com intervenções de artilharia e aviação. O Brasil iniciou a invasão com um assalto paraquedista de forças especiais e paraquedistas tomando o aeroporto de Caiena, se beneficiando de superioridade local. Essa força inicial seria reforçada por fuzileiros navais e tropas do exército aerotransportadas para a região. A marinha francesa moveria uma força-tarefa anfíbia para o Caribe, onde possui ilhas, e tomaria as águas ao redor, sendo incomodada por sortidas de submarinos brasileiros.

Legionários da 2ª companhia do 3e REI com o míssil AAe Mistral durante o lançamento do foguete Ariane 5 em Kourou, na Guiana Francesa, em 17 de novembro de 2016.

Os franceses lançariam paraquedistas na Guiana e estes seriam reforçados por desembarques anfíbios de fuzileiros apenas marginalmente mais equipados que os paraquedistas. Uma discussão interessante foi o uso de carros de combate na selva pelos dois lados, assim como artilharia auto-propulsada (o que Binkov nota, o Brasil estaria em vantagem). Uma coisa que Binkov não notou foi o uso de carros de combate sobre rodas, o que é comum nos dois exércitos.

A aviação francesa teria superioridade aérea no mar e sobre o TO, mas não conseguiriam manter um guarda-chuva anti-aéreo o tempo todo e as forças francesas seriam incomodadas por bombardeiros à hélice fazendo sortidas ocasionais. A marinha brasileira seria obliterada e a sua força aérea reduzida à metade, mas o território permaneceria nas mãos brasileiras.

O veredicto foi a França tomando todas as ilhas brasileiras no saliente nordestino mas perdendo a Guiana para o Brasil. Esse resultado é muito otimista e assume que os brasileiros não teriam problemas de suprimentos, mas é provável que os militares brasileiros teriam dificuldade em negociar suas próprias linhas internas, demorando para trazer reforços e suprimentos (comida, munição, peças de reposição, etc) para o campo de batalha. Já a França, trazendo material pelo mar com depósitos posicionados na Martinica teria um acesso mais fácil. Seria interessante que o Camarada Binkov fizesse um segundo vídeo tratando das considerações logísticas de ambos os combatentes.

Vídeo:


A França como adversária do Brasil

Essa idéia veio com a publicação do Livro Branco da Defesa de 2020 que apontou a França como a principal ameaça ao Brasil na região. Essa decisão ecoou no mundo todo, trazendo surpresa à França, que sempre viu o Brasil como aliado. O anúncio não foi tomado como uma agressão vinda do Brasil e não teve maiores repercussões exceto uma "guerra de memes" na internet.

A última vez que o Brasil teve problemas diplomáticos reais com a França foi na "Guerra da Lagosta", uma ocasião onde as duas marinhas se encararam e uma marinha brasileira quase incapaz de fazer a navegação de cabotagem do Rio de Janeiro para o nordeste conseguiu defender os interesses nacionais pelo blefe. A última vez onde forças brasileiras de fato chegaram "às vias de fato" com os franceses foi na intrusão francesa no Amapá, em 1895. Tropas francesas comandadas pelo Capitão Lunier invadiram território brasileiro, sendo repelidos pelo general honorário do exército brasileiro Francisco Xavier da Veiga Cabral. Após a defesa do Amapá, Veiga Cabral se tornou um dos maiores heróis da história do estado. Na época, uma frase foi dita que acabou marcando o sentimento do povo do Amapá em relação a Veiga Cabral:

“Se é grande o Cabral que nos descobriu, maior é o Cabral que nos defendeu!”

Um enfrentamento de maior relevância ocorreu na invasão da Guiana Francesa em 1809, no âmbito das Guerras Napoleônicas. Nessa ocasião, a Brigada Real da Marinha desembarcou nas praias da Caiena, capital da então colônia francesa, sendo seguida por regulares da colônia brasileira e tropas portuguesas e britânicas, ocupando a Guiana Francesa até 1817.

Desembarque em Caiena, 1809. Óleo sobre tela de Álvaro Martins.
Essa operação é considerada o batismo de fogo dos Fuzileiros Navais do Brasil.

As forças luso-brasileiras na operação contaram 550 fuzileiros navais (fuzileiros-marinheiros da Brigada Real da Marinha) e 2.700 regulares do exército colonial, e parte da guarnição de marinheiros e fuzileiros navais britânicos do HMS Confiance, enfrentando a pequena guarnição francesa de 450 regulares e 800 milicianos.

Depois das Guerras Napoleônicas, o Brasil e a França têm uma história de estreita amizade, desde o reconhecimento do Brasil por Paris logo cedo até três missões militares de instrução francesas no Brasil (duas na Força Pública de São Paulo e uma no Exército Brasileiro). Aliados nas duas guerras mundiais, a França novamente mandou equipes de instrução durante o regime militar, até mesmo o Brasil recebendo o General de Gaulle durante o governo Castello Branco. 

Os dois países também vêm de uma longa história de compras militares e exercícios conjuntos (especialmente entre as duas marinhas). Culturalmente, a França vê o Brasil como o país sul-americano mais interessante e trata com surpresa os turistas brasileiros na França. O Brasil, sempre muito ligado à cultura francesa, vê a França como um país de sofisticação e progresso.

Uma fonte de estudo interessante é o livro do General Aurélio de Lyra Tavares sobre as relações dos dois países até a década de 1970.

Bibliografia recomendada:

Brasil França: Ao longo de 5 séculos.
General A. de Lyra Tavares.

Leitura recomendada:

O Estado-Maior Brasileiro considera a França a principal ameaça militar até 20409 de fevereiro de 2020.

PINTURA: Desembarque anfíbio em Caiena, 18094 de fevereiro de 2020.

FOTO: 14ª Reunião de Estados-Maiores entre o Brasil e a França2 de maio de 2020.

FOTO: Equipe de míssil anti-aéreo Mistral durante o lançamento do foguete Ariane 515 de janeiro de 2020.

A geopolítica do Brasil entre potência e influência13 de janeiro de 2020.

Relatório Pós-Ação de participação na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército Brasileiro5 de janeiro de 2020.

Legionários e gendarmes destruíram um grande acampamento de garimpeiros ilegais na Guiana7 de abril de 2020.

Chineses buscam assistência brasileira com treinamento na selva9 de julho de 2020.

VÍDEO: Estágio Jaguar na Guiana Francesa19 de setembro de 2020.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

ANÁLISE: Os 5 piores fuzis AK já feitos (5 vídeos)

Por Filipe do A. Monteiro, Warfare Blog, 10 de dezembro de 2020.

Uma análise em 5 vídeos feita pelo conselheiro técnico Vladimir Onokoy, especialista nos sistemas Kalashnikov do Grupo Kalashnikov, na Rússia. Ele fez um ranking de cinco países que produziram os piores fuzis Avtomat Kalashnikova (Fuzil Automático Kalashnikov). As posições de piores "Kalash" ficaram:

  1. Paquistão
  2. Etiópia
  3. Estados Unidos
  4. Iraque
  5. China




Transcrição do vídeo sobre os AK americanos

"Os próprios americanos entendem essa situação muito bem e zombam dos fabricantes de tais cópias vagabundas muito mais do que eu." 
- Vladimir Onokoy.

Olá e bem-vindos ao curso de palestras da Kalashnikov Media! Meu nome é Vladimir Onokoy. Hoje vamos falar sobre as cinco piores variantes do AK já feitas.

Terceiro lugar: Estados Unidos.

Pode ser uma surpresa para muitos, mas os AK também são feitos nos Estados Unidos, com dezenas de empresas os fabricando. Algumas das variantes de melhor qualidade - e, curiosamente, também algumas das piores variantes vêm de lá. Como isso aconteceu? Inicialmente, até 1989, os AK para uso civil foram vendidos nos Estados Unidos sem restrições. Esses foram feitos principalmente no Egito, Finlândia e Hungria. As pessoas estavam super interessadas nas armas soviéticas e elas eram vendidas como rapidamente.

Exemplo de um anúncio de fuzis AK finlandeses de uso civil vendidos nos EUA.

Peças típicas de um kit vendido nos EUA.

Em 1989, foi aprovada a primeira lei que regulamentava a circulação e, o mais importante, a importação dessas armas, e foi quando os kits de peças chegaram ao mercado. Basicamente, eram fuzis normais com seus receptores serrados em três lugares. Ao chegar aos EUA, eles seriam remontados com novos receptores, mantendo os munhões, grupo do gatilho e o cano. Isso significou que uma indústria totalmente desenvolvida teve de ser estabelecida muito rapidamente nos Estados Unidos para acompanhar a demanda. Como mencionei antes, em 1993, os fuzis chineses pararam de vir para os EUA, o que causou um motivo ainda maior para iniciar a produção local.

Inicialmente, as pequenas empresas, também conhecidas como lojas personalizadas (custom shops), começaram a fazer um bom trabalho e cobraram taxas especiais por isso. No entanto, em 1994, a Proibição de Armas de Assalto (Assault Weapon Ban) foi aplicada e, até 2004, a circulação dessas armas tinha sido muito limitada. Em 2004, a proibição acabou produzindo absolutamente zero resultados e, nessa época, as guerras do Iraque e do Afeganistão haviam começado. Ao voltar para casa, os veteranos muitas vezes queriam armas que haviam encontrado no campo de batalha para sua coleção doméstica. Foi assim que surgiu uma demanda considerável pela produção de fuzis AK.

Fuzis AK apreendidos no Iraque, 2010.

"Century Arms: Porque mesmo macacos alcoólatras precisam de empregos."

Como eu disse, inicialmente isso estava sendo fornecido por pequenas lojas personalizadas. No entanto, com o tempo, as pessoas entraram nesse negócio com a única intenção de ganhar dinheiro. E foi assim que algumas das piores variantes do AK surgiram. Os próprios americanos entendem essa situação muito bem e zombam dos fabricantes de tais cópias vagabundas muito mais do que eu.

Um desses infames fabricantes americanos de AK foi a empresa Inter Ordnance (IO). Eles decidiram ganhar dinheiro rápido produzindo um AK vagabundo e começaram a lançar sua versão AKM (alegadamente feita de acordo com um desenho técnico polonês). De alguma forma, esse projeto não funcionaria se um amortecedor de borracha estivesse faltando no conjunto de recuo. Na ausência de um, o conjunto do ferrolho simplesmente ficaria preso na parte de trás do receptor [caixa da culatra]. O fabricante simplesmente ignoraria as perguntas sobre se algo assim já aconteceu com os fuzis poloneses. Suas armas eram mal-feitas e com toneladas de problemas. Os ferrolhos se desintegrariam. Os rebites nos munhões costumavam ser muito defeituosos. Alguns daqueles fuzis eram tão tortos que alguém pensaria que foram projetados para atirar do canto de uma esquina. Naturalmente, depois que os clientes tiveram uma ideia do que fazia uma AK de qualidade, a IO viu suas vendas despencarem. E, no momento, eles não estão mais produzindo fuzis AK.

Sua única qualidade restante era a garantia vitalícia. Isso significava que você poderia ter sua arma de fogo reparada ou substituída gratuitamente, caso ela estragasse. No entanto, assim que pararam de fabricá-los, a garantia vitalícia também acabou. Tudo o que restou foram clientes descontentes e o merecido prêmio pelo pior AK já feito nos EUA.

Fuzil AK da IO com os cano e mira totalmente desalinhados.

Existem também muitas oficinas de garagem que montam fuzis AK a partir de peças. Onde as pessoas amam o que estão fazendo, geralmente há bons resultados. No entanto, às vezes as coisas acontecem de maneira diferente. Certa vez, um amigo meu comprou um AKMS [Avtomát Kalášnikova modernizírovannyj, AK modernizada; S de Skladnoy, dobrável/rebatível] de uma dessas [oficinas]. Depois de um tempo, coisas estranhas começaram a acontecer com ele: depois do primeiro tiro, o conjunto do ferrolho ficou preso na posição mais recuada e não havia praticamente nada que você pudesse fazer a respeito. Ele substituiu o conjunto do ferrolho, mas nada mudou. "Você é um armeiro! Faça alguma coisa", ele me disse.

Ok, comecei a investigar e não pude acreditar nas descobertas iniciais. O cão (martelo que bate no percussor) era tão grande que qualquer recuo curto ou apenas puxar o conjunto do ferrolho para trás faria o retém do conjunto prender no cão e emperrar. Achei que o motivo não poderia ter sido tão fácil. Como alguém monta um fuzil que essencialmente não pode atirar? Ou melhor, pode disparar uma vez, mas invariavelmente emperra. Acabei tendo que raspar pelo menos meio centímetro de aço do cão. Não meio milímetro. Não alguns mícrons. Meio centímetro de aço foi o que eu tive que tirar antes que a arma começasse a funcionar corretamente. Portanto, como costuma acontecer com essas oficinas de garagem, as peças que elas produzem não podem ser disparadas duas vezes seguidas. Para fazê-los atirar como pretendido, é preciso usar uma lima ou, melhor ainda, uma furadeira Dremel neles.

Vladimir na oficina Rifle Dynamics de Jim Fuller produzindo fuzis AK.

Há também uma empresa chamada Century [Arms] que importava armas estrangeiras para os EUA e montava algumas com peças importadas, e não havia problemas com elas.Em dado momento, eles decidiram que queriam fazer seus próprios AK. Agora, eles são conhecidos como "compre um e ganhe dois" - isto é, um fuzil e uma granada-de-mão. No entanto, são diferentes das granadas de mão porque podem explodir aleatoriamente, pois seus receptores costumam ser de qualidade questionável. O que é realmente surpreendente é que seus fuzis só pioram a cada nova versão.

Quem gosta de assistir a vídeos de treinadores de armas de fogo americanos pode estar familiarizado com James Yeager, que certa vez decidiu fazer um teste honesto com fuzis novos em folha da Century. O teste foi curto, pois os dois fuzis morreram após 1.500 tiros. Em um deles, era possível remover o pino que prende o cano no lugar usando apenas um martelo e uma ferramenta de punção leve. Acho que era o mesmo fuzil cujo cano se movia para frente e para trás depois de dar uma boa batida no concreto. Você poderia alterar a folga entre o cartucho e a munição nele e meio que trazê-lo de volta ao normal, quebrando a arma no chão. O cano agora vivia uma vida independente, movendo-se livremente. O treinador acabou declarando que não iria mais testar aqueles fuzis, pois as pessoas começaram a xingá-lo, e isso só iria incomodar ainda mais a empresa e os telespectadores.

Carabina Saiga em uma loja de armas americana custando 1.349 dólares.

Como resultado de tudo isso, verdadeiros conhecedores de AK nos Estados Unidos estão limitados a comprar peças importadas; antes das sanções, as nossas Saigas eram uma escolha popular. Eles estão atualmente cobrando uma pequena fortuna por eles; eu os vi custando US$ 1.300 (por volta de R$ 6.534), e os preços certamente subiram ainda mais agora. A alternativa é gastar ainda mais, cerca de 2-2,5 mil, em um fuzil personalizado montado por pessoas que realmente amam nossas armas e têm uma ideia adequada do que é controle de qualidade.

Falando francamente, a partir de 2019, nem uma única arma padrão AK atualmente produzida em massa nos EUA deveria ser chamada de Kalashnikov.

Bibliografia recomendada:

AK-47:
A Arma que Transformou a Guerra.
Larry Kahaner.

The AK-47:
Kalashnikov-series assault rifles.
Gordon L. Rottman.

Leitura recomendada:

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

VÍDEO: O Exército Italiano na Iugoslávia (2 Partes)

O Tenente Cesare Fiaschi, primeiro da Divisão Puglie do Real Exército Italiano, comenta sobre a posição italiana depois do Armistício de Cassibile, assinado em 3 de setembro e tornado público em 8 de setembro de 1943, que dividiu a Itália entre pró-alemães e pró-aliados. Isso deixou os italianos na Iugoslávia sob risco vindo de três lados: dos partisans iugoslavos, dos kosovares albaneses e dos próprios ex-aliados alemães.

O Tenente Fiaschi seria voluntário para treinamento na Alemanha e seria incorporado na nova Divisão Monterosa (Montanhesa), da então República Social Italiana (Repubblica Sociale Italiana, RSI). O seu regimento seria, inclusive, atacado pelo 6º Regimento da FEB no Vale do Serchio em 29 outubro de 1944, logo quando assumiram a linha.

Bibliografia recomendada:


Leitura recomendada:

GALERIA: Carros de combate Hotchkiss H35 na Iugoslávia, 12 de março de 2020.

FOTO: Auto-guardado da SS Prinz Eugen na Bósnia, 12 de novembro de 2020.

FOTO: Guerra de bolas de neve durante uma guerra de verdade19 de setembro de 2020.

FOTO: Partisans italianas em Castelluccio31 de março de 2020.

O Chauchat na Iugoslávia26 de outubro de 2020.

GALERIA: Visita de Hitler a Mussolini na Itália, 19389 de setembro de 2020.

Entre Tradição e Evolução: Caçadores Alpinos usando mulas no combate de montanha no século XXI27 de outubro de 2020.


A submetralhadora MAS-38, 5 de julho de 2020.

terça-feira, 17 de novembro de 2020

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

VÍDEO: Atirando com o óculos de visão noturna panorâmica GPNVG-18


O GPNVG-18 é um óculos de visão noturna (OVN) com quatro tubos agrupados em dois binóculos que fornece visão panorâmica ao operador, aliviando a visão de túnel típica dos OVN. Segundo o vídeo, um GPNVG-18 custa 40 mil dólares.

Este OVN ficou famoso no mundo todo com a publicação do livro "No Easy Day" ("Não existe dia fácil", 2012), após a incursão dos SEALs que matou Osama bin Laden. Isto seguiu uma quase onipresença do quadrinóculo em filmes, séries, livros e vídeo games.



Livro "No Easy Day"


Leitura recomendada:

Friday Night Lights: Como usar a visão noturna - para iniciantes8 de fevereiro de 2020.

A Viabilidade das Operações na Selva à Noite5 de outubro de 2020.


FOTO: Dragão moderno, 27 de abril de 2020.

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

VÍDEO: Nós marchamos em campos largos, o hino do ROA


"Nós marchamos em campos largos"

Hino do Exército de Libertação Russo (ROA), o Exército de Vlasov, com legendas em português.

O Exército de Libertação Russo (em alemão Russische Befreiungsarmee; em russo Русская освободительная армия/ Russkaya osvoboditel'naya armiya, POA/ROA). Conhecido como "O Exército de Vlasov", o ROA era um exército colaboracionista da Wehrmacht composto por russos e minorias étnicas recrutados principalmente nos lotados campos de prisioneiros e de um certo número de Ostarbeiter (literalmente "trabalhadores orientais", mão-de-obra escrava); além de alguns russos brancos emigrados. Esse corpo elevou-se a 50 mil homens.

Bibliografia recomendada:


Leitura recomendada:

FOTO: Soldado russo da Wehrmacht, 31 de outubro de 2020.

Os mitos do Ostfront, 2 de novembro de 2020.

terça-feira, 19 de maio de 2020

VÍDEO: O FN FNC


Vídeo do canal Garand Thumb sobre o fuzil FN FNC, o sucessor belga do venerável fuzil FN FAL - o Braço Direito do Mundo Livre. O FNC foi adotado pelas forças belgas mas, apesar da sua alta qualidade, sem o sucesso internacional do seu predecessor.

Leitura recomendada:



Um breve comentário sobre o FN FAL21 de fevereiro de 2020.




Mausers FN e a luta por Israel23 de abril de 2020.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

VÍDEO: Emboscada noturna das Spetsnaz na Síria

Spetsnaz russos operando na síria publicaram um vídeo mostrando a eliminação de rebeldes anti-Assad por meio de uma emboscada, linear e noturna, com uso de snipers e mísseis anti-carro guiados.

O vídeo é particularmente cinematográfico pelo uso de óculos de visão noturna (OVN), um assunto já tratado no blog aqui. A seqüência demonstra um conceito explorado no Best-Seller Call of Duty 4: Modern Warfareque foi revelado ao grande público quando da missão 8 "Death From Above".


Bibliografia recomendada:


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